05 28 Quarta Jo 16, 12-15 «Tudo o que o Pai tem é meu. O Espírito receberá do que é meu, para vo-lo anunciar»

.Imagem sugerida

Um caminho iluminado por uma luz suave descendo do céu sobre um grupo de pessoas em escuta orante — símbolo do Espírito que guia a comunidade para a verdade.

.

Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São João
Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: «Tenho ainda muitas coisas para vos dizer, mas não as podeis compreender agora. Quando vier o Espírito da verdade, Ele vos guiará para a verdade plena; porque não falará de Si mesmo, mas dirá tudo o que tiver ouvido e vos anunciará o que há de vir. Ele Me glorificará, porque receberá do que é meu e vos há de anun¬ciá-lo. Tudo o que o Pai tem é meu. Por isso vos disse que Ele receberá do que é meu e vos há de anunciá-lo»..

Palavra da salvação.

REFLEXÃO .

Este trecho do Evangelho de João (16,12-15) revela a delicadeza pedagógica de Jesus no processo de formação dos seus discípulos. Ele reconhece os limites da sua compreensão no momento presente e anuncia a vinda do Espírito da verdade, que continuará a sua missão, conduzindo-os à plena verdade. Este Espírito Santo, enviado pelo Pai e pelo Filho, não fala por iniciativa própria, mas transmite fielmente o que escuta e glorifica Cristo, tornando presente a sua palavra, a sua vida, e a sua missão em todos os tempos.

Para todos os cristãos comprometidos, este anúncio é uma promessa e uma missão. A promessa de que nunca estaremos sós no caminho da fé — o Espírito acompanha, inspira, esclarece, corrige e fortalece. A missão de escutar, discernir e viver segundo essa verdade plena que é Cristo. Como ensina o Catecismo da Igreja Católica, “o Espírito Santo prepara os homens, prevenindo-os com a sua graça, para atrair-lhes para Cristo” (CIC, 737).

A verdade à qual o Espírito nos conduz não é apenas doutrinária, mas vivencial: é a verdade do amor, da fidelidade ao Evangelho, da transformação interior. Como afirma São Paulo: “Todos os que são conduzidos pelo Espírito de Deus são filhos de Deus” (Rm 8,14). Viver no Espírito é viver como filhos, confiando na herança do Pai, acolhendo a verdade como dom progressivo, e deixando que a nossa vida glorifique Cristo.

Hoje, mais do que nunca, os cristãos são chamados a discernir o que o Espírito diz à Igreja (cf. Ap 2,7), especialmente num mundo confuso, fragmentado e sedento de sentido. Não somos donos da verdade, mas servos dela. E a verdade não é uma teoria, mas uma Pessoa: Jesus Cristo, o Senhor.

Oração

Espírito Santo, guia-nos à verdade plena. Abre os nossos ouvidos à tua voz, purifica o nosso coração e dá-nos a coragem de viver segundo a Palavra de Cristo. Que a nossa vida glorifique o Filho e, n’Ele, o Pai. Ámen.

.

05 27 EVANGELHO Jo 16, 5-11 «Se Eu não for, o Paráclito não virá a vós»

 

.Uma pomba branca a descer sobre um coração em chamas, representando o Espírito Santo que transforma, ilumina e guia o crente. Ao fundo, uma cruz vazia e luminosa, sinal da partida de Cristo e da vinda do Espírito.

EVANGELHO Jo 16, 5-11

«Se Eu não for, o Paráclito não virá a vós»

Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São João
Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: «Agora vou para Aquele que Me enviou e nenhum de vós Me pergunta: ‘Para onde vais?’. Mas por Eu vos ter dito estas coisas, o vosso coração encheu-se de tristeza. No entanto, Eu digo-vos a verdade: É do vosso interesse que Eu vá. Se Eu não for, o Paráclito não virá a vós; mas se Eu for, Eu vo-l’O enviarei. Quando Ele vier, convencerá o mundo do pecado, da justiça e do julgamento: do pecado, porque não acreditam em Mim; da justiça, porque vou para o Pai e não Me vereis mais; do julgamento, porque o príncipe deste mundo já está condenado».

Palavra da salvação.

Reflexão 

Jesus prepara os discípulos para a sua partida. A tristeza abate-os, mas Ele revela uma verdade profunda: “É do vosso interesse que Eu vá”. Estas palavras, à primeira vista paradoxais, revelam o dinamismo do plano divino: a ausência física de Cristo não é abandono, mas abertura a uma nova forma de presença – a do Espírito Santo, o Paráclito, o Defensor, que conduz os crentes à verdade plena (cf. Jo 16,13).

Jesus fala-nos de uma presença interior, que ilumina a consciência, convence do pecado, revela a justiça divina e pronuncia o julgamento sobre o mal. É uma promessa transformadora: não ficamos órfãos (cf. Jo 14,18). Na nossa vida pessoal, esta passagem convida-nos a uma escuta mais atenta do Espírito Santo, que age silenciosamente no coração de cada baptizado. Quantas vezes resistimos à sua voz, preferindo a segurança da rotina à ousadia da fé?..

O Catecismo da Igreja Católica afirma que “conhecer o Espírito é conhecer Cristo, que o envia e nos revela” (CIC, 687). O Paráclito não nos afasta de Jesus, mas aprofunda a nossa comunhão com Ele. Na vida quotidiana, isso traduz-se em discernimento, coragem para a verdade, compaixão activa e fidelidade ao Evangelho.

Que saibamos escutar o Espírito que nos convence e reconduz à verdade, mesmo quando ela nos fere. O mundo relativiza o pecado e confunde a justiça; o Espírito, porém, dá-nos luz e liberdade interior. E tu, estás disposto a deixar-te conduzir por Ele?


Oração

Espírito Santo, Paráclito eterno,
vem habitar no meu coração.
Faz-me ouvir a tua voz no silêncio,
convencer-me do que é pecado,
amar a justiça que vem de Deus
e caminhar na luz do julgamento que liberta.
Não me deixes cair na tibieza ou no medo,
mas infunde em mim a ousadia dos santos.
Ámen.


.

05 26 Jo 15, 26 – 16, 4a  Segunda «O Espírito da verdade dará testemunho de Mim»

 

Uma representação de São Filipe de Néry sorridente, com uma pomba (símbolo do Espírito Santo) sobre o ombro, rodeado de jovens ou pobres, simbolizando o seu testemunho alegre e próximo.

Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São João

Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: «Quando vier o Paráclito, que Eu vos enviarei de junto do Pai, o Espírito da verdade, que procede do Pai, Ele dará testemunho de Mim. E vós também dareis testemunho, porque estais comigo desde o princípio. Disse-vos estas palavras para não sucumbirdes. Hão de expulsar-vos das sinagogas; e mais ainda, aproxima-se a hora em que todo aquele que vos matar julgará que presta culto a Deus. Procederão assim por não terem conhecido o Pai, nem Me terem conhecido a Mim. Mas Eu disse-vos isto, para que, ao chegar a hora, vos lembreis de que vo-lo tinha dito».

Palavra da salvação.

REFLEXÃO 

Jesus prepara os discípulos para os tempos difíceis que se avizinham. Fala-lhes da vinda do Paráclito, o Espírito da verdade, que dará testemunho d’Ele e sustentará a fé dos que O seguirem. Não promete uma vida fácil, mas uma vida com sentido: marcada pelo amor, pela verdade e pela fidelidade. O Espírito não vem apenas consolar, mas capacitar, esclarecer e fortalecer no testemunho.

A perseguição descrita por Jesus não é um acidente, mas consequência inevitável da fidelidade à verdade. Quem dá testemunho do Evangelho entra em conflito com o mundo que rejeita Deus. Mas Jesus garante que o Espírito estará presente, atuando não apenas nas palavras, mas na coragem e coerência de vida dos cristãos.

São Filipe de Néry, cuja memória hoje celebramos, é um exemplo luminoso deste testemunho alegre e corajoso. Dotado de uma profunda intimidade com o Espírito Santo, evangelizou Roma com humor, ternura e alegria. Sabia que a santidade não está no rigor frio, mas no fogo do Espírito que aquece os corações. Mesmo enfrentando incompreensões, nunca perdeu o ânimo, nem o amor pelas almas.

A sua vida convida-nos a viver o Evangelho com alegria contagiante, como verdadeiros testemunhos do Ressuscitado. Ser cristão não é apenas seguir regras, mas deixar-se conduzir pelo Espírito da verdade, tornando visível no mundo a presença viva de Cristo. Em tempos de indiferença ou até hostilidade à fé, somos chamados a dar testemunho: não com dureza, mas com o brilho da caridade.

### Oração

Senhor Jesus, que prometeste o Espírito da verdade, envia-O também hoje sobre nós. Que Ele nos fortaleça no testemunho, nos ilumine na dúvida, nos console na provação. Como São Filipe de Néry, dá-nos um coração simples, fervoroso e alegre, capaz de Te anunciar com palavras e gestos. Ámen.

 

05 22 .Jo 15, 9-11 Quinta «Permanecei no meu amor, para que a vossa alegria seja completa»

05 22 .Jo 15, 9-11 Quinta «Permanecei no meu amor, para que a vossa alegria seja completa»

..

.EVANGELHO Jo 15, 9-11

«Permanecei no meu amor, para que a vossa alegria seja completa»..

Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São João

Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: «Assim como o Pai Me amou, também Eu vos amei. Permanecei no meu amor. Se guardardes os meus mandamentos, permanecereis no meu amor, assim como Eu tenho guardado os mandamentos de meu Pai e permaneço no seu amor. Disse-vos estas coisas, para que a minha alegria esteja em vós e a vossa alegria seja completa».

Palavra da salvação.

.

REFLEXÃO .

Jesus fala do amor como um dom que nasce da Trindade. Ele foi amado pelo Pai e, desse amor divino, brota o Seu amor por nós. Não se trata de um amor teórico, mas de um amor vivido, obediente, sacrificado. Jesus guardou os mandamentos do Pai e permaneceu no Seu amor; agora convida-nos a fazer o mesmo: guardar os Seus mandamentos, para permanecermos no Seu amor..

«Permanecei» é a palavra-chave. Não é apenas amar de vez em quando, por impulso, ou em momentos fáceis, mas manter-nos firmes no amor em todas as circunstâncias. Esse amor fiel e perseverante é o que nos conduz à alegria completa..

E que alegria é esta? Não é a euforia passageira do mundo, mas a alegria de Cristo que entra no nosso coração quando vivemos unidos a Ele, na confiança, na escuta da Palavra e na prática do bem. Uma alegria que não depende das circunstâncias externas, mas da comunhão com Deus..

### 🙏 Oração.

Senhor Jesus, ensinai-me a permanecer no Vosso amor, mesmo nas horas difíceis. Que o meu coração se molde pelos Vossos mandamentos e encontre neles a liberdade e a alegria verdadeiras. Que a Tua alegria esteja em mim, e que eu seja sinal de alegria para os outros. Ámen.

05 22 .Jo 15, 9-11 Quinta «Permanecei no meu amor, para que a vossa alegria seja completa»

05 22 .Jo 15, 9-11 Quinta «Permanecei no meu amor, para que a vossa alegria seja completa»

..

.EVANGELHO Jo 15, 9-11 «Permanecei no meu amor, para que a vossa alegria seja completa»..

«Permanecei no meu amor, para que a vossa alegria seja completa»..

Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São João

Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: «Assim como o Pai Me amou, também Eu vos amei. Permanecei no meu amor. Se guardardes os meus mandamentos, permanecereis no meu amor, assim como Eu tenho guardado os mandamentos de meu Pai e permaneço no seu amor. Disse-vos estas coisas, para que a minha alegria esteja em vós e a vossa alegria seja completa».

Palavra da salvação.

.

REFLEXÃO ..

Jesus fala do amor como um dom que nasce da Trindade. Ele foi amado pelo Pai e, desse amor divino, brota o Seu amor por nós. Não se trata de um amor teórico, mas de um amor vivido, obediente, sacrificado. Jesus guardou os mandamentos do Pai e permaneceu no Seu amor; agora convida-nos a fazer o mesmo: guardar os Seus mandamentos, para permanecermos no Seu amor..

«Permanecei» é a palavra-chave. Não é apenas amar de vez em quando, por impulso, ou em momentos fáceis, mas manter-nos firmes no amor em todas as circunstâncias. Esse amor fiel e perseverante é o que nos conduz à alegria completa..

E que alegria é esta? Não é a euforia passageira do mundo, mas a alegria de Cristo que entra no nosso coração quando vivemos unidos a Ele, na confiança, na escuta da Palavra e na prática do bem. Uma alegria que não depende das circunstâncias externas, mas da comunhão com Deus..

### 🙏 Oração.

Senhor Jesus, ensinai-me a permanecer no Vosso amor, mesmo nas horas difíceis. Que o meu coração se molde pelos Vossos mandamentos e encontre neles a liberdade e a alegria verdadeiras. Que a Tua alegria esteja em mim, e que eu seja sinal de alegria para os outros. Ámen.

05 21 Alegria da comunhão

sem legendas A alegria da comunhão manifesta-se na liturgia: “Que alegria, quando me disseram: ‘Vamos para a casa do Senhor’” (Sl 121,1)

A alegria da comunhão manifesta-se na liturgia: “Que alegria, quando me disseram: ‘Vamos para a casa do Senhor’” (Sl 121,1).

A profunda alegria da comunhão encontra a sua mais vívida expressão na liturgia, ecoando o salmo que exclama: “Que alegria, quando me disseram: ‘Vamos para a casa do Senhor’” (Sl 121,1). Esta exclamação não é apenas um vago sentimento, mas sim uma resposta visceral e jubilosa ao chamamento  para a assembleia dos fiéis, para o encontro com o sagrado, para a participação no mistério pascal que nos une a Cristo e uns aos outros. A liturgia, portanto, transcende a mera formalidade de ritos e orações; ela é o espaço privilegiado onde a comunidade crente experimenta, celebra e fortalece os laços que a unem em Cristo. É no seio da liturgia que a diversidade dos dons e carismas se harmoniza em louvor e ação de graças, manifestando a beleza e a riqueza do Corpo de Cristo, que é a Igreja. A participação ativa e consciente nos ritos litúrgicos nutre a nossa fé, alimenta a nossa esperança e inflama a nossa caridade, tornando presente no aqui e agora a realidade da Igreja peregrina a caminho da Jerusalém celeste. A liturgia é, assim, fonte e ápice da vida cristã, o lugar onde a alegria da comunhão se torna palpável e transformadora.

05 21  QUARTA  PEREGRINO EM NOTAS 

05 21  QUARTA  PEREGRINO EM NOTAS 

Nao escrevas legendas nem palavras só imagem  As leituras de hoje conduzem-nos ao coração da Igreja: a comunhão. Nela escutamos, discernimos, celebramos e frutificamos, unidos no Espírito e em Cristo.

Introdução
As leituras de hoje conduzem-nos ao coração da Igreja: a comunhão. Nela escutamos, discernimos, celebramos e frutificamos, unidos no Espírito e em Cristo.

 A Igreja cresce na comunhão, onde se escuta o Espírito: “os Apóstolos e os anciãos reuniram-se para examinar a questão” (At 15,6). Perante os conflitos, prevalece o discernimento conjunto, guiado pela tradição apostólica e pela acção do Espírito Santo. Esta caminhada comum conduz a Jerusalém, símbolo da unidade: “Jerusalém está edificada como cidade bem compacta” (Sl 121,3), onde “sobem as tribos do Senhor para dar graças ao nome do Senhor” (Sl 121,4). A alegria da comunhão manifesta-se na liturgia: “Que alegria, quando me disseram: ‘Vamos para a casa do Senhor’” (Sl 121,1).
No Evangelho, Jesus revela o fundamento desta comunhão: “Eu sou a videira, vós sois os ramos” (Jo 15,5). Só unidos a Ele a Igreja frutifica: “quem permanece em Mim e Eu nele, esse dá muito fruto” (Jo 15,5). Esta fecundidade glorifica o Pai: “Nisto é glorificado o meu Pai: em que deis muito fruto” (Jo 15,8).

Conclusão
 Somos chamados a viver esta comunhão viva com Cristo, em escuta, unidade e missão, para que a Igreja dê frutos que glorifiquem o Pai.

Leituras de hoje 

https://www.liturgia.pt/liturgiadiaria/dia.php?data=2025-5-21

 

 

05 21 Jo 15, 1-8 quarta «Quem permanece em Mim e Eu nele dá fruto abundante».

05 21 Jo 15, 1-8 quarta «Quem permanece em Mim e Eu nele dá fruto abundante».

 

..05 21 Jo 15, 1-8 quarta «Quem permanece em Mim e Eu nele dá fruto abundante».

.EVANGELHO Jo 15, 1-8

«Quem permanece em Mim e Eu nele dá fruto abundante»

Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São João

Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: «Eu sou a verdadeira vide e meu Pai é o agricultor. Ele corta todo o ramo que está em Mim e não dá fruto e limpa todo aquele que dá fruto, para que dê ainda mais fruto. Vós já estais limpos, por causa da palavra que vos anunciei. Permanecei em Mim e Eu permanecerei em vós. Como o ramo não pode dar fruto por si mesmo, se não permanecer na videira, assim também vós, se não permanecerdes em Mim. Eu sou a videira, vós sois os ramos. Se alguém permanece em Mim e Eu nele, esse dá muito fruto, porque sem Mim nada podeis fazer. Se alguém não permanece em Mim, será lançado fora, como o ramo, e secará. Esses ramos, apanham-nos, lançam-nos ao fogo e eles ardem. Se permanecerdes em Mim e as minhas palavras permanecerem em vós, pedireis o que quiserdes e ser-vos-á concedido. A glória de meu Pai é que deis muito fruto. Então vos tornareis meus discípulos».

Palavra da salvação.

..

REFLEXÃO 

No Evangelho de João 15, 1-8, Jesus apresenta-se como a verdadeira videira, e nós, os ramos. Esta metáfora sublinha a importância da união íntima com Cristo para uma vida frutuosa. Tal como os ramos dependem da videira para viver e dar fruto, também nós dependemos de Jesus para uma existência plena e fecunda..

À medida que nos aproximamos da solenidade do Pentecostes, este ensinamento ganha uma dimensão ainda mais profunda. O Espírito Santo, prometido por Jesus, é o vínculo que nos une a Ele e nos capacita a produzir frutos de amor, paz, paciência e outras virtudes cristãs. Permanecer em Cristo é, portanto, viver no Espírito, permitindo que Ele nos transforme e nos conduza…

O Papa Leão XIV, recentemente eleito, tem enfatizado a importância da paz, da unidade e da dignidade humana. Algumas das suas palavras marcantes incluem:.

* “Deus nos ama, Deus ama a todos e o mal não prevalecerá! Estamos todos nas mãos de Deus..

* “A paz esteja com todos vós! Esta é a paz de Cristo Ressuscitado, uma paz desarmada e uma paz que desarma, que é humilde e perseverante.”..

Estas palavras ressoam com o chamado de Jesus para permanecermos n’Ele e produzirmos frutos abundantes, especialmente no contexto da paz e da unidade.

 

**Oração**..

Senhor Jesus, verdadeira videira, ajuda-nos a permanecer em Ti, para que possamos dar frutos de amor, paz e justiça. Envia sobre nós o Teu Espírito Santo neste Pentecostes, para que sejamos fortalecidos na fé e no testemunho. Que, unidos a Ti, possamos ser instrumentos de reconciliação e esperança no mundo. Amém.

05 25  Jo 14, 23-29 Domingo «O Espírito Santo vos recordará tudo o que Eu vos disse»

05 25  Jo 14, 23-29 Domingo «O Espírito Santo vos recordará tudo o que Eu vos disse»

Uma pomba branca descendo sobre um coração em chamas aberto como uma casa, com as figuras de Cristo e o Pai entrando. Ao fundo, luz dourada e paz serena a envolver tudo.

EVANGELHO Jo 14, 23-29

Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São João

Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: «Quem Me ama guardará a minha palavra e meu Pai o amará; Nós viremos a ele e faremos nele a nossa morada. Quem Me não ama não guarda a minha palavra. Ora a palavra que ouvis não é minha, mas do Pai que Me enviou. Disse-vos estas coisas, estando ainda convosco. Mas o Paráclito, o Espírito Santo, que o Pai enviará em meu nome, vos ensinará todas as coisas e vos recordará tudo o que Eu vos disse. Deixo-vos a paz, dou-vos a minha paz. Não vo-la dou como a dá o mundo. Não se perturbe nem se intimide o vosso coração. Ouvistes que Eu vos disse: Vou partir, mas voltarei para junto de vós. Se Me amásseis, ficaríeis contentes por Eu ir para o Pai, porque o Pai é maior do que Eu. Disse-vo-lo agora, antes de acontecer, para que, quando acontecer, acrediteis».

Palavra da salvação.

.REFLEXÃO 

Jesus revela o mais íntimo do Seu amor: a comunhão plena entre Ele, o Pai e os que O amam. «*Quem Me ama guardará a minha palavra*» (Jo 14,23). Este amor não é apenas sentimento; é fidelidade, é escuta, é obediência amorosa à Palavra. E quem assim vive, torna-se morada de Deus: «*Nós viremos a ele e faremos nele a nossa morada*». Que mistério sublime — Deus deseja habitar no coração humano!

O Evangelho oferece-nos hoje uma promessa consoladora: o Espírito Santo, o Paráclito, será enviado pelo Pai em nome de Jesus. Ele será o mestre interior, «*vos ensinará todas as coisas e vos recordará tudo o que Eu vos disse*» (v. 26). Este Espírito não nos traz uma doutrina nova, mas a memória viva de Cristo, o Verbo feito carne.

No meio da inquietação que nos rodeia, ressoa com força a dádiva do Ressuscitado: «*Deixo-vos a paz, dou-vos a minha paz*» (v. 27). Não é uma paz frágil ou meramente exterior, como a do mundo, mas a paz enraizada na certeza da presença de Deus, mesmo nas tribulações.

Jesus parte, mas promete voltar. A Sua ascensão não é uma despedida, mas a preparação da plenitude: a nossa comunhão eterna com o Pai. O Seu caminho para o Pai deve alegrar-nos, pois é também o nosso caminho. Como disse Santa Teresa de Jesus: *«Nada te perturbe, nada te espante, só Deus basta.»*

 

### 🙏 **Oração**

Senhor Jesus, Palavra viva do Pai,

faz de mim tua morada,

ensina-me a escutar-Te com amor fiel.

Envia sobre mim o Espírito Santo,

para que me recorde sempre a Tua presença

e me conduza pelos Teus caminhos.

Dá-me a Tua paz,

não a paz do mundo, mas a que brota da certeza

de que Tu vives em mim.

Não permitas que o meu coração se perturbe,

mas permanece comigo, agora e sempre.

Ámen.

 

 

05 24 Jo 15, 18-21 SABADO «Não sois do mundo, mas Eu vos escolhi do mundo»

05 24 Jo 15, 18-21 SABADO «Não sois do mundo, mas Eu vos escolhi do mundo»

.Cena simbólica de um caminho estreito e iluminado a atravessar uma paisagem sombria, com uma única figura humana a caminhar decididamente nesse trilho, de olhos erguidos para a luz ao fundo. Atrás dela, o mundo parece envolto em névoa e sombras — representando o "sistema do mundo". Em contraste, o trilho brilha com uma luz suave que vem do alto, simbolizando a eleição divina e a fidelidade ao Evangelho.

Elementos a incluir (se desejares uma imagem real ou a gerar por IA):

C

**«Não sois do mundo, mas Eu vos escolhi do mundo»**

REFLEXÃO

Estas palavras de Jesus, proferidas durante o discurso de despedida, são profundamente consoladoras e exigentes. Ele fala com franqueza aos discípulos sobre a perseguição: *«Se o mundo vos odeia, sabei que Me odiou a Mim primeiro»* (v. 18). Jesus não promete facilidades, mas garante compreensão, companhia e eleição..

A raiz do ódio do mundo está na diferença que o discípulo encarna. Jesus afirma: *«Se fôsseis do mundo, o mundo amaria o que lhe pertence»* (v. 19). Mas o cristão, por ter sido **escolhido por Cristo**, já não pertence ao sistema do mundo — às suas lógicas de egoísmo, vaidade, poder e mentira. Por isso, o discípulo será rejeitado, como foi o Mestre..
O versículo 20 é central: *«Se Me perseguiram a Mim, também vos hão-de perseguir a vós»*. Aqui, Jesus não intimida, mas fortalece. Ele partilha a Sua sorte com os amigos. Ser perseguido por causa d’Ele não é sinal de fracasso, mas de fidelidade..

A eleição mencionada por Jesus — *«Eu vos escolhi do mundo»* — é também missão. Não somos escolhidos para nos isolarmos, mas para **testemunharmos** o Reino no meio da hostilidade. O discípulo verdadeiro vive no mundo, mas não se molda a ele. Vive com os pés na terra e o coração em Deus..

Este texto interpela cada cristão a verificar a sua fidelidade: **seremos nós luz ou apenas reflexo do mundo?** Somos discípulos por comodidade ou por convicção? A alegria da eleição vem acompanhada da cruz da coerência.

 

### 🙏 **Oração**

 

Senhor Jesus,

Tu escolheste-nos do meio do mundo,

chamaste-nos à luz da Tua verdade e ao caminho do Teu amor.

Dá-nos coragem para viver como Teus discípulos,

sem medo da rejeição nem da perseguição.

Ensina-nos a permanecer fiéis, mesmo quando for difícil,

e a nunca trocar a verdade do Evangelho pelas seguranças do mundo.

Sê a nossa força, a nossa paz e a nossa esperança.

Ámen.

 

.

 

05 23 Jo 15, 12-17 Sexta «É este o meu mandamento: que vos ameis uns aos outros».

05 23 Jo 15, 12-17 Sexta «É este o meu mandamento: que vos ameis uns aos outros».

05 23 Jo 15, 12-17 Sexta «É este o meu mandamento: que vos ameis uns aos outros».

EVANGELHO
Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São João

Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: «É este o meu mandamento: que vos ameis uns aos outros, como Eu vos amei. Ninguém tem maior amor do que aquele que dá a vida pelos amigos. Vós sois meus amigos, se fizerdes o que Eu vos mando. Já não vos chamo servos, porque o servo não sabe o que faz o seu senhor; mas chamo-vos amigos, porque vos dei a conhecer tudo o que ouvi a meu Pai. Não fostes vós que Me escolhestes; fui Eu que vos escolhi e destinei, para que vades e deis fruto e o vosso fruto permaneça. E assim, tudo quanto pedirdes ao Pai em meu nome, Ele vo-lo concederá. O que vos mando é que vos ameis uns aos outros».

Palavra da salvação.

REFLEXÃO 

.Neste trecho do Evangelho de João, Jesus convida-nos a viver o amor como Ele o viveu: um amor que se dá até ao fim, que se traduz em serviço e entrega total. Ao dizer «Ninguém tem maior amor do que aquele que dá a vida pelos amigos», Jesus antecipa a sua própria cruz e propõe-nos um modelo de amizade que ultrapassa o afeto: é compromisso, é dom, é fidelidade..
Este amor não é opcional, mas um mandamento. E é precisamente este amor que nos configura como amigos de Cristo, não servos. A amizade com Jesus nasce da escuta e da prática da sua Palavra. Somos escolhidos por Ele para dar fruto — um fruto que permanece, que transforma o mundo, que constrói comunhão.

Aproximando-nos da solenidade do Pentecostes, este Evangelho recorda-nos que o amor cristão não é possível sem o Espírito Santo. É Ele quem nos capacita a amar como Cristo amou. O Espírito é o dom que nos torna verdadeiros discípulos e missionários, enviados a dar fruto de paz, justiça e reconciliação.

.O novo Papa Leão XIV, em sintonia com este Evangelho, tem sublinhado a importância do amor ativo e da paz. Na sua primeira bênção Urbi et Orbi, afirmou: «Deus nos ama, Deus ama a todos vocês, e o mal não prevalecerá! Estamos todos nas mãos de Deus» .([Vatican News]

Além disso, destacou: «Esta é a paz de Cristo Ressuscitado, uma paz desarmada e uma paz que desarma» .reforçando a necessidade de um amor que constrói pontes e desarma os corações..

### 🙏 Oração

Senhor Jesus, que nos chamaste amigos e nos confiaste o mandamento do amor, envia sobre nós o teu Espírito Santo. Ensina-nos a amar como Tu amaste, a servir como Tu serviste, a dar a vida pelos irmãos. Que o teu Espírito nos transforme em testemunhas da tua paz e da tua alegria. Ámen.

05 21  QUARTA  PEREGRINO EM NOTAS 

05 21  QUARTA  PEREGRINO EM NOTAS 

1ª LEITURA 05 21 

Atos 15, 1-6 .«Decidiram que fossem tratar esta questão com os Apóstolos e os anciãos»

Perante o conflito sobre a necessidade da circuncisão para os cristãos vindos do paganismo, a comunidade de Antioquia evita divisões e toma uma decisão sábia: **enviar representantes a Jerusalém** para tratar a questão com os Apóstolos e os anciãos. Esta atitude revela o espírito sinodal da Igreja nascente, que **discute, escuta e discerne em comunhão**. A fé não se impõe com rigidez, mas busca compreender a vontade de Deus em cada situação. A referência aos Apóstolos e anciãos mostra a importância da **autoridade partilhada** e da fidelidade à tradição apostólica. A unidade prevalece sobre o conflito e geraclescimento.

SALMO 05 21

.SALMO RESPONSORIAL Salmo 121 (122), 1-2.3-4a.4b-5 (R. cf. 1)

Refrão: Vamos com alegria para a casa do Senhor

O Salmo 121 é um cântico de alegria e esperança

. O salmista exprime o júbilo de quem **vai ao encontro do Senhor**, caminhando para Jerusalém, símbolo da comunhão e da presença de Deus. A cidade santa é vista como lugar de unidade, onde **as tribos se reúnem para louvar o nome do Senhor**. Ali está o trono da justiça, sinal de que Deus reina com verdade e paz. Este salmo convida-nos a viver com **alegria e desejo profundo de estar com Deus**, especialmente na Eucaristia, onde a Igreja, novo templo vivo, se reúne para celebrar e viver a fé.

.EVANGELHO 05 21 

Atos 15, 1-6 «Decidiram que fossem tratar esta questão com os Apóstolos e os anciãos»

Perante o conflito sobre a necessidade da circuncisão para os cristãos vindos do paganismo, a comunidade de Antioquia evita divisões e toma uma decisão sábia: **enviar representantes a Jerusalém** para tratar a questão com os Apóstolos e os anciãos. Esta atitude revela o espírito sinodal da Igreja nascente, que **discute, escuta e discerne em comunhão**. A fé não se impõe com rigidez, mas busca compreender a vontade de Deus em cada situação. A referência aos Apóstolos e anciãos mostra a importância da **autoridade partilhada** e da fidelidade à tradição apostólica. A unidade prevalece sobre o conflito e geraclescimento.

 

SINTESE  05 21 

**Síntese-Conclusão | 21 de Maio – Quarta-feira | Peregrino em Notas (200 palavras)**

A liturgia deste dia convida-nos a reflectir sobre **o caminho da comunhão, da escuta e da alegria no seguimento de Cristo**. A primeira leitura (At 15, 1-6) apresenta-nos uma Igreja que, diante de tensões e diferenças, opta pelo diálogo e pela consulta comunitária. Perante a polémica da circuncisão, os cristãos de Antioquia não agem por impulso ou divisão, mas procuram a **orientação dos Apóstolos e anciãos**. Este gesto marca o início de um processo sinodal que valoriza a escuta, o discernimento e a unidade. É um exemplo vivo para a Igreja de hoje: os conflitos devem ser ocasião de crescimento e não de separação.

O Salmo 121 completa esta visão, convidando-nos a caminhar **“com alegria para a casa do Senhor”**. Jerusalém, símbolo da comunhão, é lugar onde todos os fiéis se encontram para louvar a Deus e viver na justiça. Este anseio pela unidade e pela presença do Senhor leva-nos também a valorizar o papel central da Eucaristia como casa comum dos fiéis.

 

Neste dia, sejamos **peregrinos da escuta, da comunhão e da alegria**, caminhando com fé e humildade, certos de que a Igreja cresce quando busca juntos a vontade de Deus e permanece unida no amor.

05 20 *”Fé Além da Perseguição: O Caminho da Paz e do Reino Eterno”* 

 

#### **1. Leitura 1: Atos 14, 19-28**  05 20

**Imagem * 

Um homem ferido (representando Paulo) sendo ajudado por um grupo de discípulos, com uma cidade antiga ao fundo e uma estrada que se estende para o horizonte. 

**Versículo-Chave:** *”É preciso passar por muitos sofrimentos para entrar no Reino de Deus”* (Atos 14:22) . 

**Significado:** A imagem simboliza **resiliência na missão**, mesmo diante da perseguição. A estrada representa a jornada contínua de Paulo e Barnabé, que retornam às cidades para fortalecer os discípulos, apontando para a perseverança na fé .#### **2. Salmo 144 (145), 10-11. 12-13ab. 21**  05 20

**Imagem **
Mãos estendidas para o céu em meio a um campo de trigo dourado, com raios de luz atravessando nuvens. 

**Versículo-Chave:** *”Teu reino, Senhor, é um reino para todos os séculos!”* (Salmo 145:13a). 

**Significado:** A cena evoca a **grandeza do Reino de Deus**, destacando Sua fidelidade e cuidado com a criação. O trigo simboliza provisão, enquanto a luz celestial reforça a eternidade do Seu domínio . 

#### **3. Evangelho: João 14, 27-31a** 

**Imagem Sugerida:** 

Uma pomba branca pousada sobre uma cruz, envolta em serenidade, com um céu tranquilo ao fundo. 

**Versículo-Chave:** *”Deixo-vos a paz, a minha paz vos dou; não a dou como o mundo”* (João 14:27) . 

**Significado:** Representa a **paz transcendente de Cristo**, que supera o medo e a instabilidade do mundo. A pomba, símbolo do Espírito Santo, conecta-se à promessa de Jesus de não abandonar seus discípulos . 

### **Justificativa da Montagem** 

– **Unidade Temática:** As três leituras convergem em **esperança na adversidade**. Enquanto Atos mostra a resistência física e espiritual, o Salmo exalta a soberania divina, e João oferece a paz interior como antídoto para o caos. 

 **************************************************************************************************************************************************************

.

Agenda litúrgica

2025-05-20

Terça-feira da semana V

S. Bernardino de Sena, presbítero – MF
Branco – Ofício da féria ou da memória.
Missa da féria ou da memória, pf. pascal.

L 1 At 14, 19-28; Sl 144 (145), 10-11. 12-13ab. 21
Ev Jo 14, 27-31a

* Na Ordem Franciscana – S. Bernardino de Sena, presbítero, da I Ordem – MO
* Na Ordem dos Franciscanos Capuchinhos – S. Bernardino de Sena, presbítero, da I Ordem – MO
* Na Congregação das Irmãs Missionárias Servas do Espírito Santo e na Congregação dos Missionários do Verbo Divino – B. Josefa Stenmanns, Cofundadora da Congregação – FESTA
* Na Congregação Salesiana (Évora) – Aniversário da Dedicação da igreja da Virgem santa Maria Auxiliadora – SOLENIDADE

 

Missa

 

Antífona de entrada Ap 19, 5; 12, 10
Louvai o Senhor, todos os seus servos, pequenos e grandes,
porque chegou a salvação e o poder e o reino de Cristo. Aleluia.

Oração coleta
Senhor nosso Deus,
que, em Cristo ressuscitado, nos renovais para a vida eterna,
fortalecei em nós a fé e a esperança,
para que nunca duvidemos do cumprimento das vossas promessas.
Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus
e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo,
por todos os séculos dos séculos.

LEITURA I At 14, 19-28
«Contaram à Igreja tudo o que Deus fizera com eles»

De terra em terra, Paulo e os companheiros vão anunciando a Palavra de Deus, a qual aumenta, dia a dia, o número dos discípulos do Senhor. Estes estabelecem chefes em cada Igreja que vão fundando e, por fim, retornam ao lugar donde tinham partido e dão parte à comunidade local das maravilhas que Deus, por meio deles, tinha operado, a maior das quais tinha sido a vocação dos pagãos ao Evangelho. Paulo torna-se realmente o Apóstolo dos gentios.

Leitura dos Atos dos Apóstolos
Naqueles dias, chegaram uns judeus de Antioquia e de Icónio, que aliciaram a multidão, apedrejaram Paulo e arrastaram-no para fora da cidade, dando-o por morto. Mas, tendo-se reunido os discípulos à sua volta, ele ergueu-se e entrou na cidade. No dia seguinte, partiu com Barnabé para Derbe. Depois de terem anunciado a boa nova a esta cidade e de terem feito numerosos discípulos, Paulo e Barnabé voltaram a Listra, a Icónio e a Antioquia. Iam fortalecendo as almas dos discípulos e exortavam-nos a permanecerem firmes na fé, «porque – diziam eles – temos de sofrer muitas tribulações para entrarmos no reino de Deus». Estabeleceram anciãos em cada Igreja, depois de terem feito orações acompanhadas de jejum, e encomendaram-nos ao Senhor em quem tinham acreditado. Atravessaram então a Pisídia e chegaram à Panfília. Depois anunciaram a palavra em Perga e desceram até Atalia. De lá navegaram para Antioquia, de onde tinham partido, confiados na graça de Deus, para a obra que acabavam de realizar. À chegada, convocaram a Igreja, contaram tudo o que Deus fizera com eles e como abrira aos gentios a porta da fé. Demoraram-se ali bastante tempo com os discípulos.
Palavra do Senhor.

SALMO RESPONSORIAL Salmo 144 (145), 10-11.12-13ab.21 (R. cf. 12a)
Refrão: Aqueles que Vos amam, Senhor, proclamem a glória do vosso reino. Repete-se
Ou: Aleluia. Repete-se

Graças Vos dêem, Senhor, todas as criaturas
e bendigam-Vos os vossos fiéis.
Proclamem e glória do vosso reino
e anunciem os vossos feitos gloriosos; Refrão

Para darem a conhecer aos homens o vosso poder,
a glória e o esplendor do vosso reino.
O vosso reino é um reino eterno,
o vosso domínio estende-se por todas as gerações. Refrão

Cante a minha boca os louvores do Senhor
e todo o ser vivo bendiga eternamente
o seu nome santo. Refrão

ALELUIA cf. Lc 24, 46.26
Refrão: Aleluia Repete-se

Cristo tinha de sofrer e ressuscitar dos mortos
para entrar na sua glória. Refrão

EVANGELHO Jo 14, 27-31a
«Dou-vos a minha paz»

A paz é o dom sempre ligado à pessoa de Jesus. “Paz” significa união, aliança, comunhão. Jesus, que na Paixão desce às profundezas do homem, humilhando-Se até à morte, e morte de cruz, será glorificado pelo Pai, ao ser exaltado junto de Deus. Ele é a paz, Aquele que estabelece a comunhão do homem com Deus. Na hora da Ressurreição, os discípulos irão compreender o que por enquanto não entendem. O Tempo Pascal também a nós nos irá fazendo compreender mais profundamente as palavras de Jesus.

Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São João
Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: «Deixo-vos a paz, dou-vos a minha paz. Não vo-la dou como a dá o mundo. Não se perturbe nem intimide o vosso coração. Ouvistes que Eu vos disse: Vou partir, mas voltarei para junto de vós. Se Me amásseis, ficaríeis contentes por Eu ir para o Pai, porque o Pai é maior do que Eu. Disse-vo-lo agora, antes de acontecer, para que, quando acontecer, acrediteis. Já não falarei muito convosco, porque vai chegar o príncipe deste mundo. Ele nada pode contra Mim, mas é para que o mundo saiba que amo o Pai e faço como o Pai Me ordenou».
Palavra da salvação.

Oração sobre as oblatas
Aceitai, Senhor, os dons da vossa Igreja em festa;
Vós, que lhe destes tão grande alegria,
fazei-a tomar parte na felicidade eterna.
Por Cristo nosso Senhor.

Prefácio Pascal I-V.

Antífona da comunhão Rm 6, 8
Se morremos com Cristo, com Cristo viveremos. Aleluia.

Oração depois da comunhão
Olhai com bondade, Senhor, para o vosso povo
e fazei chegar à gloriosa ressurreição da carne
aqueles que renovastes com os sacramentos da vida eterna.
Por Cristo nosso Senhor.

05 19 “Rostos da Verdadeira Adoração”

Montagem: “Rostos da Verdadeira Adoração”

📖 1. Leitura – Atos 14, 5-18

Imagem: Paulo e Barnabé com gestos de humildade, rejeitando a adoração da multidão, em frente ao homem curado.


Versículo-chave (legenda):
«Vimos anunciar-vos que deveis abandonar estes ídolos e voltar-vos para o Deus vivo.» (At 14,15)
Mensagem visual: Chamamento à conversão e à fidelidade ao único Deus verdadeiro.

🎵 Salmo – 113B (115)

Imagem: Um contraste visual entre ídolos de pedra ou ouro e a natureza viva: céu estrelado, árvores em flor, um rio a correr.

 Versículo-chave (legenda):
«Não a nós, Senhor, não a nós, mas ao vosso nome dai glória.» (Sl 113B,1)
Mensagem visual: A criação canta a glória do Deus verdadeiro, enquanto os ídolos permanecem mudos.

✨ Evangelho – João 14, 21-26

Imagem: Uma chama suave num coração aberto ou um raio de luz a descer sobre alguém em oração.


Evangelho – João 14, 21-26

 Versículo-chave (legenda):
«O Paráclito que o Pai enviará em meu nome vos ensinará todas as coisas.» (Jo 14,26)
Mensagem visual: O Espírito Santo como presen

05 19  SEGUNDA  PEREGRINO EM NOTAS .

 

 

 

 

Não adores nunca ninguém mais que a Deus ….

A reflexão litúrgica proposta convida a uma profunda conversão do coração, destacando três eixos centrais:

  1. **Renúncia aos ídolos modernos (Atos 14,5-18):**  

   No episódio de Listra, Paulo e Barnabé curam um homem e são confundidos com deuses pagãos (Zeus e Hermes). Eles rejeitam veementemente essa adoração, apontando para o **Deus vivo**, criador de todas as coisas. O texto desafia-nos a identificar os “ídolos” contemporâneos que substituem Deus: não apenas objetos materiais, mas **obsessões pelo poder, status, consumo, ou até relações tóxicas e vícios** que escravizam a alma. A mensagem é clara: só Deus merece adoração, pois Ele é a fonte da vida e da liberdade.

  1. **A verdadeira adoração é ação, não ritualismo (Salmo 115):**  

   O salmo contrasta a impotência dos ídolos (obras humanas “mudas e cegas”) com a grandeza de Deus, que age na história. A “glória” divina não se manifesta em templos suntuosos ou discursos vazios, mas **na entrega diária, no amor concreto e na justiça**. Adorar, portanto, é reconhecer que tudo vem de Deus e devolver-lhe a vida como oferta, rompendo com a ilusão de autossuficiência.

  1. **O Espírito Santo: força transformadora (João 14,21-26):**  

   Jesus promete o **Paráclito** (Espírito Santo) como mestre interior que “ensina todas as coisas”. Esse Espírito não é uma abstração, mas a presença viva de Deus que:  

   – **Desmascara ilusões**: revela onde estamos presos a ídolos sutis (ex.: perfeccionismo, orgulho espiritual).  

   – **Converte obediência em amor**: seguir a Cristo não é cumprir regras, mas **vincular-se a Ele intimamente** (“nós viremos e faremos nele morada”).  

   – **Transfigura a existência**: a vida torna-se louvor quando ações, escolhas e relações refletem a caridade e a verdade de Deus.  

**Síntese prática:**  

A liturgia questiona: **O que ocupa o centro do seu coração?** Propõe um exame de consciência: identificar o que nos domina (medo, ambição, necessidade de controle) e entregá-lo ao Espírito Santo. A verdadeira adoração surge quando permitimos que Ele nos liberte, transformando nossa história em testemunho palpável do amor divino. Não se trata de rejeitar o mundo, mas de vivê-lo com radical confiança em Deus, fonte de toda graça.

 

 

 8 tópicos numerados

  1. Milagre surpreendente – Cura do paralítico revela a presença divina.
  2. Ídolo inútil – Deuses falsos rejeitados em nome do Deus vivo.
  3. Criador eterno – Deus manifesta-se na beleza da criação.
  4. Apóstolo fiel – Paulo proclama a verdade com coragem.
  5. Glória única – Só o Senhor merece louvor e exaltação.
  6. Benção abundante – Deus abençoa os que O temem.
  7. Presença amorosa – O Pai e o Filho habitam no coração fiel.
  8. Espírito consolador – O Paráclito ensina e recorda a Palavra de Jesus.

LEITURA I Atos 14, 5-18 «Vimos anunciar-vos que deveis abandonar estes ídolos e voltar-vos para o Deus vivo

Paulo e Barnabé, em Listra, são confundidos com deuses após curarem um paralítico. Rejeitam a adoração e exortam o povo a abandonar os ídolos, voltando-se para o Deus vivo, Criador do céu e da terra, que sempre deu testemunho de Si através da criação e do bem que faz..

.SALMO RESPONSORIAL Salmo 113 B (115), 1-2.3-4.15-16 (R. 1b)Refrão: Glória, Senhor, ao vosso nome! Repete-se.

O salmista proclama que a glória pertence unicamente ao Senhor, não aos ídolos feitos por mãos humanas, que nada podem. Deus está nos céus e tudo realiza com poder. Ele abençoa os que O temem, pois a terra é dom para os homens, mas os céus pertencem ao Senhor.

EVANGELHO Jo 14, 21-26 «O Paráclito que o Pai enviará em meu nome vos ensinará todas as coisas»..

Jesus promete que quem O ama guardará a sua palavra e será amado pelo Pai. Ele e o Pai farão morada nesse coração. Anuncia o envio do Paráclito, o Espírito Santo, que o Pai enviará em seu nome, para ensinar e recordar tudo o que Ele ensinou aos discípulos.

Sintese da palavra .

A liturgia de hoje convida-nos a uma fé autêntica no Deus vivo, rejeitando os ídolos e abrindo o coração à acção do Espírito Santo. Em *Atos 14*, Paulo e Barnabé, após curarem um paralítico, exclamam: «Vimos anunciar-vos que deveis abandonar estes ídolos e voltar-vos para o Deus vivo» (v. 15), reconhecendo em Deus o Criador que sempre se deu a conhecer através da criação. O *Salmo 113B* reforça esta mensagem, proclamando: «Não a nós, Senhor, não a nós, mas ao vosso nome dai glória» (v. 1), denunciando a inutilidade dos ídolos e exaltando o domínio divino sobre céu e terra. No *Evangelho de João*, Jesus revela que o Espírito Santo será o Mestre interior: «O Paráclito \[…] vos ensinará todas as coisas» (Jo 14,26). Como recordou Leão XIII na encíclica *Divinum Illud Munus*, o Espírito é o dom supremo do Ressuscitado, que habita na alma fiel e a conduz à plenitude da verdade e do amor.

 

Liturgia diária

Agenda litúrgica

2025-05-19

Segunda-feira da semana V

Branco – Ofício da féria.
Missa da féria, pf. pascal.

L 1 At 14, 5-18; Sl 113 B (114), 1-2. 3-4. 15-16
Ev Jo 14, 21-26

* Na Ordem Agostiniana – Bb. Clemente de Osimo e Agostinho de Tarano, presbíteros – MO
* Na Ordem Beneditina – S. Celestino, papa e eremita – MF
* Na Congregação das Irmãs Dominicanas da Anunciata – B. Francisco Coll e Guitar, presbítero, Fundador da Congregação – FESTA
* Na Ordem de São Domingos – Francisco Coll Guitart, presbítero – MF
* Na Congregação das Escravas do Sagrado Coração de Jesus – S. Rafaela Maria, virgem, Fundadora da Congregação – SOLENIDADE (transferida)
* Na Congregação dos Irmãos das Escolas Cristãs (Lassalistas/La Salle) – B. Rafael Luís Rafiringa, religioso – MF
* Na Ordem dos Franciscanos Capuchinhos – S. Crispim de Viterbo, religioso, da I Ordem – MO
* Na Congregação dos Padres Marianos da Imaculada Conceição – S. Estanislau Papczynski, Fundador da Congregação – SOLENIDADE (transferida)
* Na Congregação Salesiana – (Évora) – I Vésp. do aniversário da Dedicação da igreja da Virgem santa Maria Auxiliadora.

 

Missa

 

Antífona de entrada

Ressuscitou o Bom Pastor, que deu a vida pelas suas ovelhas

e Se entregou à morte pelo seu rebanho. Aleluia.

Oração coleta

Defendei, Senhor, a vossa família,

com a auxílio da vossa contínua proteção,

para que, pela ressurreição do vosso Filho unigénito,

seja liberta de todo o mal

e enriquecida com os dons celestes.

Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus

e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo,

por todos os séculos dos séculos.

LEITURA I Atos 14, 5-18

«Vimos anunciar-vos que deveis abandonar estes ídolos

e voltar-vos para o Deus vivo»

Estamos hoje durante o percurso da primeira viagem missionária de S. Paulo, feita conjuntamente com S. Barnabé, e estamos em plena Ásia Menor, a Turquia actual, e na cidade de Listra, terra de pagãos. O ponto de partida para os evangelizar foi uma cura miraculosa; mas essa evangelização não se ficou pelo extraordinário da cura, pelo milagre. A cura foi um “sinal”: a palavra dos Apóstolos fez a catequese a partir desse sinal. Os Apóstolos procuram ir até a anunciar-lhes o Deus verdadeiro, a partir da experiência que eles agora eram capazes de ter da ação de Deus no meio de si.

Leitura dos Atos dos Apóstolos

Naqueles dias, surgiu em Icónio um movimento, da parte dos pagãos e dos judeus, com os seus chefes, para maltratar e apedrejar Barnabé e Paulo. Conscientes da situação, estes refugiaram-se nas cidades da Licaónia, Listra, Derbe e seus arredores, onde começaram a anunciar a boa nova. Havia em Listra um homem inválido dos pés, coxo de nascença, que nunca tinha podido andar. Um dia em que escutava as palavras de Paulo, este fixou nele os olhos e, vendo que tinha fé para ser curado, disse-lhe com voz forte: «Levanta-te e põe-te direito sobre os pés». Ele levantou-se e começou a andar. Ao ver o que Paulo tinha feito, a multidão exclamou em licaónico: «Os deuses tomaram forma humana e desceram até nós». A Barnabé chamavam Zeus e a Paulo Hermes, porque era este que falava. Então o sacerdote do templo de Zeus, que estava à entrada da cidade, trouxe touros e grinaldas para as portas do templo e, juntamente com a multidão, pretendia oferecer-lhes um sacrifício. Quando souberam isto, os apóstolos Barnabé e Paulo rasgaram as túnicas e precipitaram-se para a multidão, clamando: «Amigos, que fazeis? Nós somos homens como vós e vimos anunciar-vos que deveis abandonar estes ídolos e voltar-vos para o Deus vivo, que fez o céu, a terra e o mar e tudo o que neles existe. Nas gerações passadas, permitiu que todas as nações seguissem os seus caminhos. Mas nem por isso deixou de dar testemunho da sua generosidade, concedendo-vos do céu as chuvas e estações férteis, para saciar de alimento e felicidade os vossos corações». Com estas palavras, a custo impediram a multidão de lhes oferecer um sacrifício.

Palavra do Senhor.

SALMO RESPONSORIAL Salmo 113 B (115), 1-2.3-4.15-16 (R. 1b)

Refrão: Glória, Senhor, ao vosso nome! Repete-se

Ou: Aleluia. Repete-se

Não a nós, Senhor, não a nós,

mas ao vosso nome dai glória,

pela vossa misericórdia e fidelidade,

porque diriam os povos: «Onde está o seu Deus?» Refrão

O nosso Deus está no céu,

faz tudo o que Lhe apraz.

Os ídolos dos gentios são ouro e prata,

são obra das mãos dos homens. Refrão

Bendito seja o Senhor,

que fez o céu e a terra.

O céu é a morada do Senhor;

a terra, deu-a aos filhos dos homens. Refrão

ALELUIA Jo 14, 26

Refrão: Aleluia Repete-se

O Espírito Santo vos ensinará todas as coisas

e vos recordará tudo o que Eu vos disse. Refrão

EVANGELHO Jo 14, 21-26

«O Paráclito que o Pai enviará em meu nome

vos ensinará todas as coisas»

A união entre Jesus Cristo e os cristãos vai ser maior depois da sua morte do que o havia sido antes. Os cristãos mostrarão que O amam guardando os seus mandamentos, sobretudo o mandamento do amor fraterno; e o Senhor, que está agora no Pai, vai manifestar-Se-lhes na intimidade profunda do coração, na fé, na esperança e na caridade. Mas toda esta ação divina junto dos homens será fruto do Espírito Santo, o Defensor, o Paráclito, que os discípulos hão de receber no Pentecostes.

Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São João

Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: «Se alguém aceita os meus mandamentos e os cumpre, esse realmente Me ama. E quem Me ama será amado por meu Pai e Eu amá-lo-ei e manifestar-Me-ei a ele». Disse-Lhe Judas, não o Iscariotes: «Senhor, como é que Te vais manifestar a nós e não ao mundo?» Jesus respondeu-lhe: «Quem Me ama guardará a minha palavra e meu Pai o amará; Nós viremos a ele e faremos nele a nossa morada. Quem Me não ama não guarda a minha palavra. Ora a palavra que ouvis não é minha, mas do Pai que Me enviou. Disse- vos estas coisas, enquanto estava convosco. Mas o Paráclito, o Espírito Santo, que o Pai enviará em meu nome, vos ensinará todas as coisas e vos recordará tudo o que Eu vos disse».

Palavra da salvação.

Oração sobre as oblatas

Subam à vossa presença, Senhor,

as nossas orações e as nossas ofertas,

de modo que, purificados pela vossa graça,

possamos participar dignamente

nos sacramentos da vossa misericórdia.

Por Cristo nosso Senhor.

Prefácio Pascal I-V.

Antífona da comunhão Cf. Jo 14, 27

Deixo-vos a paz, dou-vos a minha paz.

Não vo-la dou como a dá o mundo, diz o Senhor. Aleluia.

Oração depois da comunhão

Deus todo-poderoso e eterno,

que, em Cristo ressuscitado, nos renovais para a vida eterna,

multiplicai em nós os frutos do sacramento pascal

e infundi em nossos corações

a força do alimento que nos salva.

Por Cristo nosso Senhor.