2020-10-21
QUARTA-FEIRA da semana XXIX
Verde – Ofício da féria.
Missa à escolha (cf. p. 18, n. 18).
L 1 Ef 3, 2-12; Sal Is 12, 2. 3 e 4bcd. 5-6
Ev Lc 12, 39-48
2020-10-21
Verde – Ofício da féria.
Missa à escolha (cf. p. 18, n. 18).
L 1 Ef 3, 2-12; Sal Is 12, 2. 3 e 4bcd. 5-6
Ev Lc 12, 39-48
2020-10-20
Verde – Ofício da féria.
Missa à escolha (cf. p. 18, n. 18).
L 1 Ef 2, 12-22; Sal 84 (85), 9ab-10. 11-12. 13-14
Ev Lc 12, 35-38
*
2020-10-19
SS. João de Brébeuf e Isaac Jogues, presbíteros,
e Companheiros, mártires – MF
S. Paulo da Cruz, presbítero – MF
Verde, verm. ou br. – Ofício da féria ou da memória.
Missa à escolha (cf. p. 18, n. 18).
L 1 Ef 2, 1-10; Sal 99 (100), 2. 3. 4. 5
Ev Lc 12. 13-21
2020-10-18
Verde – Ofício do domingo (Semana I do Saltério). Te Deum.
+ Missa própria, Glória, Credo, pf. dominical.
L 1 Is 45, 1. 4-6; Sal 95 (96), 1 e 3. 4-5. 7-8. 9-10a.c
L 2 1 Tes 1, 1-5b
Ev Mt 22, 15-21
2020-10-17
S. Inácio de Antioquia, bispo e mártir – MO
Vermelho – Ofício da memória.
Missa da memória.
L 1 Ef 1, 15-23; Sal 8, 2-3ab. 4-5. 6-7
Ev Lc 12, 8-12
2020-10-16
S. Hedwiges, religiosa – MF
S. Margarida Maria Alacoque, virgem – MF
Verde ou br. – Ofício da féria ou da memória.
Missa à escolha (cf. p. 18, n. 18).
L 1 Ef 1, 11-14; Sal 32 (33), 1 e 3. 4-5. 12-13
Ev Lc 12, 1-7
2020-10-15
S. Teresa de Jesus, virgem e doutora da Igreja – MO
Branco – Ofício da memória.
Missa da memória.
L 1 Ef 1, 1-10; Sal 97 (98), 1. 2-3ab. 3cd-4. 5-6
Ev Lc 11, 47-54
2020-10-14
S. Calisto I, papa e mártir – MF
Verde ou verm. – Ofício da féria ou da memória.
Missa à escolha (cf. p. 18, n. 18).
L 1 Gal 5, 18-25; Sal 1, 1-2. 3. 4 e 6
Ev Lc 11, 42-46
2020-10-13
Verde – Ofício da féria.
Missa à escolha (cf. p. 18, n. 18).
L 1 Gal 5, 1-6; Sal 118 (119), 41 e 43. 44-45. 47-48
Ev Lc 11, 37-41
2020-10-12
Verde – Ofício da féria.
Missa à escolha (cf. p. 18, n. 18).
L 1 Gal 4, 22-24. 26-27. 31 – 5, 1; Sal 112 (113), 1-2. 3-4. 5a e 6-7
Ev Lc 11, 29-32
Consciente da sua missão Jesus contou aos seus discípulos a parábola das bodas do Reino onde os doutores da Lei se afiguram como inimigos do plano de salvação de Deus
O reino assemelhava-se a um Rei (Deus) que convidou todo o povo para as bodas de seu filho (Jesus o Messias)
Jesus deixa claro que os judeus foram convidados, mas recusaram, o convite do Rei; desprezaram o Filho e ainda espancando e matando os seus servos (os profetas) que o Rei amorosamente enviara convidando-os para o reino dos céus.
O convite foi estendido a todas as pessoas, boas e más, sem distinção
Houve quem o aceitasse mas não se comprometendo a viver como verdadeiro amigo do filho do Rei foi expulso do banquete
Encontramos ao longo da nossa vida os que recusam viver segundo os valores do reino e vivem com ódio, na solidão e no desespero e os que ,aceitando a Cristo empregam o seu tempo e talentos no que é Eterno; vivem cada minuto procurando para si e para os outros o caminho da felicidade, do amor e do perdão.
A decisão cabe a cada um : Aceitar o caminho da indiferença , da violência do ódio, ou o da entrega generosa ao serviço da fraternidade… e continuamente renovando-a
Oração
Meu Deus ensina-me a aceitar diariamente a participar nas bodas de teu filho
2020-10-11
DOMINGO XXVIII DO TEMPO COMUM
Verde – Ofício do domingo (Semana IV do Saltério). Te Deum.
+ Missa própria, Glória, Credo, pf. dominical.
L 1 Is 25, 6-10a; Sal 22 (23), 1-3a. 3b-4. 5. 6
L 2 Filip 4, 12-14. 19-20
Ev Mt 22, 1-14 ou Mt 22, 1-10
EVANGELHO – Forma longa Mt 22, 1-14
«Convidai para as bodas todos os que encontrardes»
Uma vez mais, a parábola do banquete serve para simbolizar o reino de Deus. Jesus anuncia aos seus ouvintes que o Evangelho, por eles rejeitado, vai ser anunciado a outros, e, destes, muitos o hão-de aceitar. Não é já a raça de Abraão segundo a carne que há-de encher a sala do banquete, mas todos aqueles que, pela fé, se hão-de tornar filhos de Abraão. A todos os povos se abrem as portas do reino dos Céus.
Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo S. Mateus
Naquele tempo, Jesus dirigiu-Se de novo aos príncipes dos sacerdotes e aos anciãos do povo e, falando em parábolas, disse-lhes: «O reino dos Céus pode comparar-se a um rei que preparou um banquete nupcial para o seu filho. Mandou os servos chamar os convidados para as bodas, mas eles não quiseram vir. Mandou ainda outros servos, ordenando-lhes: ‘Dizei aos convidados: Preparei o meu banquete, os bois e os cevados foram abatidos, tudo está pronto. Vinde às bodas’. Mas eles, sem fazerem caso, foram um para o seu campo e outro para o seu negócio; os outros apoderaram-se dos servos, trataram-nos mal e mataram-nos. O rei ficou muito indignado e enviou os seus exércitos, que acabaram com aqueles assassinos e incendiaram a cidade. Disse então aos servos: ‘O banquete está pronto, mas os convidados não eram dignos. Ide às encruzilhadas dos caminhos e convidai para as bodas todos os que encontrardes’. Então os servos, saindo pelos caminhos, reuniram todos os que encontraram, maus e bons. E a sala do banquete encheu-se de convidados. O rei, quando entrou para ver os convidados, viu um homem que não estava vestido com o traje nupcial e disse-lhe: ‘Amigo, como entraste aqui sem o traje nupcial?’. Mas ele ficou calado. O rei disse então aos servos: ‘Amarrai-lhe os pés e as mãos e lançai-o às trevas exteriores; aí haverá choro e ranger de dentes’. Na verdade, muitos são os chamados, mas poucos os escolhidos».
Palavra da salvação.
ANTÍFONA DE ENTRADA Salmo 129, 3-4
Se tiverdes em conta as nossas faltas,
Senhor, quem poderá salvar-se?
Mas em Vós está o perdão, Senhor Deus de Israel.
ORAÇÃO COLECTA
Nós Vos pedimos, Senhor, que a vossa graça
preceda e acompanhe sempre as nossas acções
e nos torne cada vez mais atentos
à prática das boas obras.
Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho,
que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.
LEITURA I Is 25, 6-10a
«O Senhor preparará um banquete
e enxugará as lágrimas de todas as faces»
O banquete é, com frequência, na Sagrada Escritura, figura da reunião dos homens no reino de Deus. Assim como também hoje se lê em Isaías, aí o banquete é o lugar de encontro de todos os povos, todos eles chamados à comunhão na montanha onde o Senhor habita, o Monte Sião, figura da Igreja de Cristo.
Leitura do Livro de Isaías
Sobre este monte, o Senhor do Universo há-de preparar para todos os povos um banquete de manjares suculentos, um banquete de vinhos deliciosos: comida de boa gordura, vinhos puríssimos. Sobre este monte, há-de tirar o véu que cobria todos os povos, o pano que envolvia todas as nações; destruirá a morte para sempre. O Senhor Deus enxugará as lágrimas de todas as faces e fará desaparecer da terra inteira o opróbrio que pesa sobre o seu povo. Porque o Senhor falou. Dir-se-á naquele dia: «Eis o nosso Deus, de quem esperávamos a salvação; é o Senhor, em quem pusemos a nossa confiança. Alegremo-nos e rejubilemos, porque nos salvou. A mão do Senhor pousará sobre este monte».
Palavra do Senhor.
SALMO RESPONSORIAL Salmo 22 (23), 1-3a.3b-4.5.6 (R. 6cd)
Refrão: Habitarei para sempre na casa do Senhor. Repete-se
O Senhor é meu pastor: nada me falta.
Leva-me a descansar em verdes prados,
conduz-me às águas refrescantes
e reconforta a minha alma. Refrão
Ele me guia por sendas direitas
por amor do seu nome.
Ainda que tenha de andar por vales tenebrosos,
não temerei nenhum mal, porque Vós estais comigo:
o vosso cajado e o vosso báculo
me enchem de confiança. Refrão
Para mim preparais a mesa
à vista dos meus adversários;
com óleo me perfumais a cabeça
e o meu cálice transborda. Refrão
A bondade e a graça hão-de acompanhar-me
todos os dias da minha vida,
e habitarei na casa do Senhor
para todo o sempre. Refrão
LEITURA II Filip 4, 12-14.19-20
«Tudo posso n’Aquele que me conforta»
A experiência da prisão serviu a São Paulo para ele sentir mais profundamente que Cristo era tudo na vida; e por isso, ao mesmo tempo que agradece aos destinatários da sua carta o que eles lhe tinham enviado, afirma que em Cristo encontra toda a sua força e confiança.
Leitura da Epístola do apóstolo São Paulo aos Filipenses
Irmãos: Sei viver na pobreza e sei viver na abundância. Em todo o tempo e em todas as circunstâncias, tenho aprendido a ter fartura e a passar fome, a viver desafogadamente e a padecer necessidade. Tudo posso n’Aquele que me conforta. No entanto, fizestes bem em tomar parte na minha aflição. O meu Deus proverá com abundância a todas as vossas necessidades, segundo a sua riqueza e magnificência, em Cristo Jesus. Glória a Deus, nosso Pai, pelos séculos dos séculos. Amen.
Palavra do Senhor.
ALELUIA cf. Ef 1, 17-18
Refrão: Aleluia. Repete-se
Deus, Pai de Nosso Senhor Jesus Cristo
ilumine os olhos do nosso coração,
para sabermos a que esperança fomos chamados. Refrão
EVANGELHO – Forma breve Mt 22, 1-10
Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo S. Mateus
Naquele tempo, Jesus dirigiu-Se de novo aos príncipes dos sacerdotes e aos anciãos do povo e, falando em parábolas, disse-lhes: «O reino dos Céus pode comparar-se a um rei que preparou um banquete nupcial para o seu filho. Mandou os servos chamar os convidados para as bodas, mas eles não quiseram vir. Mandou ainda outros servos, ordenando-lhes: ‘Dizei aos convidados: Preparei o meu banquete, os bois e os cevados foram abatidos, tudo está pronto: Vinde às bodas’. Mas eles, sem fazerem caso, foram um para o seu campo e outro para o seu negócio; os outros apoderaram-se dos servos, trataram-nos mal e mataram-nos. O rei ficou muito indignado e enviou os seus exércitos, que acabaram com aqueles assassinos e incendiaram a cidade. Disse então aos servos: ‘O banquete está pronto, mas os convidados não eram dignos. Ide às encruzilhadas dos caminhos e convidai para as bodas todos os que encontrardes’. Então os servos, saindo pelos caminhos, reuniram todos os que encontraram, maus e bons. E a sala do banquete encheu-se de convidados».
Palavra da salvação.
ORAÇÃO SOBRE AS OBLATAS
Aceitai, Senhor,
as orações e as ofertas dos vossos fiéis
e fazei que esta celebração sagrada
nos encaminhe para a glória do Céu.
Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho,
que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.
ANTÍFONA DA COMUNHÃO Salmo 33, 11
Os ricos empobrecem e passam fome;
mas nada falta aos que procuram o Senhor.
Ou cf. 1 Jo 3, 2
Quando o Senhor Se manifestar,
seremos semelhantes a Ele,
porque O veremos na sua glória.
ORAÇÃO DEPOIS DA COMUNHÃO
Deus de infinita bondade,
que nos alimentais com o Corpo e o Sangue do vosso Filho,
tornai-nos também participantes da sua natureza divina.
Ele que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.
2020-10-10
Santa Maria no Sábado – MF
Verde ou br. – Ofício da féria ou da memória.
Missa à escolha (cf. p. 18, n. 18).
L 1 Gal 3, 22-29; Sal 104 (105), 2-3. 4-5. 6-7
Ev Lc 11, 27-28
2020-10-09
SS. Dionísio, bispo, e Companheiros, mártires – MF
S. João Leonardo, presbítero – MF
B. João Newman, bispo – MF
Verde, verm. ou br. – Ofício da féria ou da memória.
Missa à escolha (cf. p. 18, n. 18).
L 1 Gal 3, 7-14; Sal 110 (111), 1-2. 3-4. 5-6
Ev Lc 11, 15-26
2020-10-08
Verde – Ofício da féria.
Missa à escolha (cf. p. 18, n. 18).
L 1 Gal 3, 1-5; Sal Lc 1, 69-70. 71-72. 73-75
Ev Lc 11, 5-13
Esta comemoração foi instituída pelo Papa S. Pio V no aniversário da vitória obtida pelos cristãos na batalha naval de Lepanto e atribuída ao auxílio da Santa Mãe de Deus, invocada com a oração do Rosário (1571). A celebração deste dia é um convite a todos os fiéis para que meditem os mistérios de Cristo, em companhia da Virgem Maria, que foi associada de modo muito especial à encarnação, à paixão e à ressurreição do Filho de Deus.
ANTÍFONA DE ENTRADA cf. Lc 1, 28.42
Avé, Maria, cheia de graça, o Senhor é convosco,
bendita sois Vós entre as mulheres
e bendito é o fruto do vosso ventre.
ORAÇÃO COLECTA
Infundi, Senhor, a vossa graça em nossas almas, para que nós, que, pela anunciação do Anjo, conhecemos a encarnação de Cristo, vosso Filho, pela sua paixão e morte na cruz e com a intercessão da bem-aventurada Virgem Maria, alcancemos a glória da ressurreição. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.
LEITURA I e SALMO RESPONSORIAL da féria (ou do Comum)
ALELUIA Lc 1, 28
Refrão: Aleluia. Repete-se
Ave Maria, cheia de graça, o Senhor é convosco;
bendita sois Vós entre as mulheres. Refrão
EVANGELHO Lc 1, 26-38
«Conceberás e darás à luz um Filho»
Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Lucas
Naquele tempo, o Anjo Gabriel foi enviado por Deus a uma cidade da Galileia chamada Nazaré, a uma Virgem desposada com um homem chamado José, que era descendente de David. O nome da Virgem era Maria. Tendo entrado onde ela estava, disse o Anjo: «Ave, cheia de graça, o Senhor está contigo». Ela ficou perturbada com estas palavras e pensava que saudação seria aquela. Disse-lhe o Anjo: «Não temas, Maria, porque encontraste graça diante de Deus. Conceberás e darás à luz um Filho, a quem porás o nome de Jesus. Ele será grande e chamar-Se-á Filho do Altíssimo. O Senhor Deus Lhe dará o trono de seu pai David; reinará eternamente sobre a casa de Jacob e o seu reinado não terá fim». Maria disse ao Anjo: «Como será isto, se eu não conheço homem?». O Anjo respondeu-lhe: «O Espírito Santo virá sobre ti e a força do Altíssimo te cobrirá com a sua sombra. Por isso o Santo que vai nascer será chamado Filho de Deus. E a tua parenta Isabel concebeu também um filho na sua velhice e este é o sexto mês daquela a quem chamavam estéril; porque a Deus nada é impossível». Maria disse então: «Eis a escrava do Senhor; faça-se em mim segundo a tua palavra».
Palavra da salvação.
ORAÇÃO SOBRE AS OBLATAS
Tornai-nos dignos, Senhor, de Vos oferecer este santo sacrifício, de modo que, celebrando fervorosamente os mistérios do vosso Filho, mereçamos alcançar as suas promessas. Por Nosso Senhor.
Prefácio de Nossa Senhora I [na festividade] ou II
ANTÍFONA DA COMUNHÃO cf. Lc 1, 31
O Anjo do Senhor disse a Maria:
Conceberás e darás à luz um Filho e o seu nome será Jesus.
ORAÇÃO DEPOIS DA COMUNHÃO
Concedei, Senhor nosso Deus, que, ao anunciarmos neste sacramento a morte e a ressurreição do vosso Filho, O sigamos fielmente na sua paixão e mereçamos participar na alegria da sua glória. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.
Dos Sermões de São Bernardo, abade
(Sermo de aquaeductu: Opera omnia, Ed. Cisterc. 5 [1968], 282-283) (Sec. XII)
Meditemos nos mistérios da salvação
O Santo que nascerá de ti será chamado Filho de Deus. O Verbo do Pai dos Céus é fonte de sabedoria. Por meio de ti, Virgem santa, o Verbo Se fará carne, de modo que quem diz: Eu estou no Pai e o Pai em Mim, dirá também: Eu saí de Deus e vim ao mundo.
No princípio, diz João, era o Verbo. Já brotava a fonte, mas ainda só em si mesma, porque ao princípio o Verbo estava junto de Deus, habitando a luz inacessível. O Senhor dizia desde o início: Eu tenho pensamentos de paz e não de aflição. Mas o vosso pensamento está em Vós, Senhor, e nós ignoramos o que pensais. Com efeito, quem conheceu a mente do Senhor ou quem foi o seu conselheiro?
O pensamento de paz desceu do Céu para realizar a sua obra de paz: O Verbo fez Se homem e habita já no meio de nós. Na verdade, habita pela fé nos nossos corações, na nossa memória, no nosso pensamento, e desceu até à própria imaginação. Que primeiro pensamento teria o homem acerca de Deus, a não ser talvez um ídolo fabricado pelo seu coração? Deus era incompreensível, inacessível, invisível e para além de todo o nosso pensamento; agora, porém, quis ser compreendido, quis ser visto, quis ser pensado.
De que modo? Sem dúvida recostado no presépio, deitado no regaço da Virgem, pregando na montanha, passando a noite em oração; ou então, suspenso da cruz, lívido na morte, livre entre os mortos e dominando sobre o poder do inferno; ou também ressurgindo ao terceiro dia e mostrando aos Apóstolos os lugares dos cravos, sinais de vitória, e finalmente subindo, na presença deles, ao mais alto do Céu.
Quem não meditará na verdade, na piedade e na santidade destes factos? Quando medito em qualquer deles, o meu pensamento encontra a Deus, e em tudo é o meu Deus. É verdadeira sabedoria meditar nestes mistérios, é verdadeira prudência evocar a doce memória destes frutos excelentes que Maria recebeu do Céu e tão copiosamente derramou sobre nós.
L 1 Act 1, 12-14; Sal Lc 1, 46-47. 48-49. 50-51. 52-53. 54-55
Ev Lc 1, 26-38
SEUS GRANDES ACERTOS
Teve fé – Ela era muito nova quando recebeu a notícia de que teria grande responsabilidade. Ainda assim confiou no anjo enviado por Javé
Suportou muita dor – Ver o filho ser conde…
Leia mais em: https://super.abril.com.br/mundo-estranho/mulheres-que-marcaram-a-historia-maria-de-nazare/
O Anjo do Senhor anunciou a Maria (…)
“Quem vai nascer d’Ela é o Filho de Deus. Por isso, Ela será chamada Mãe do Senhor”. O anjo usa a linguagem dos profetas do Antigo Testamento, em suas profecias messiânicas, para iniciar suas palavras com um convite à alegria, garantindo a ajuda de Deus à Virgem escolhida para a mais alta missão. Maria é objeto das complacências divinas: o Senhor está com ela, “encontrou graça aos olhos do Altíssimo”, será Virgem e Mãe de Deus.

“Deus enviou Seu Filho” (Gl 4,4), mas, para “formar-lhe um corpo”, quis a livre cooperação de uma criatura. Por isso, desde toda a eternidade, Deus escolheu, para ser a Mãe de Seu Filho, uma filha de Israel, uma jovem judia de Nazaré, na Galileia, “uma virgem desposada com um varão chamado José, da casa de Davi, e o nome da virgem era Maria” (Lc 1,26-27).
Quis o Pai das Misericórdias que a Encarnação fosse precedida pela aceitação daquela que era predestinada a ser Mãe de Seu Filho, para que, “assim como uma mulher contribuiu para a morte, uma mulher também contribuísse para a vida” (Cat. n.488).
Para ser a Mãe do Salvador, Maria “foi enriquecida por Deus com dons dignos para tamanha função”. No momento da Anunciação, o anjo Gabriel a saúda como “cheia de graça”. Para poder dar o assentimento livre de sua fé ao anúncio de sua vocação, era preciso que ela estivesse totalmente sob a moção da graça de Deus.
A Igreja tomou consciência de que Maria, “cumulada de graça” por Deus, foi redimida desde a concepção. É Imaculada. O Papa Pio IX proclamou o dogma em 1854: “A beatíssima Virgem Maria, no primeiro instante de sua Conceição, por singular graça e privilégio de Deus onipotente, em vista dos méritos de Jesus Cristo, Salvador do gênero humano, foi preservada imune de toda mancha do pecado original”.
Os padres da Igreja no Oriente chamam a Mãe de Deus de “a toda santa” (“Pan-hagia”), “imune de toda mancha de pecado, tendo sido plasmada pelo Espírito Santo e formada como uma nova criatura”. E a Igreja ensina que, pela graça de Deus, Maria permaneceu pura de todo pecado pessoal ao longo de toda a sua vida.
Ao anúncio do Arcanjo, Maria respondeu com a “obediência da fé”, certa de que “nada é impossível a Deus”: “Eu sou a serva do Senhor, faça-se em mim segundo a Tua palavra” (Lc 1,37-38). Como diz Santo Irineu, “obedecendo, fez-se causa de salvação tanto para si como para todo o gênero humano”. “O nó da desobediência de Eva foi desfeito pela obediência de Maria; o que a virgem Eva ligou pela incredulidade, a Virgem Maria desligou pela fé”. “Veio a morte por Eva e a vida por Maria”.
Como disse Santa Isabel, sob o impulso do Espírito, Ela é “a Mãe de meu Senhor” (Lc 1,43). Aquele que ela concebeu do Espírito Santo como homem é o Filho eterno do Pai, a Segunda Pessoa da Santíssima Trindade. Maria é verdadeiramente Mãe de Deus (Theotókos).
Leia mais:
.: Como relacionar-se com Nossa Senhora no dia a dia?
.: Por que chamamos a Virgem Maria de Nossa Senhora?
.: A devoção a Virgem Maria é necessária para a salvação?
A Igreja confessa a virgindade real e perpétua de Maria, mesmo no parto do Filho de Deus feito homem. Com efeito, o nascimento de Cristo “não a diminuiu, mas sagrou a integridade virginal” de Sua mãe. A Liturgia da Igreja celebra Maria como a Aeiparthenos, “sempre virgem”.
Jesus é o Filho Único de Maria, mas a maternidade espiritual dela se estende a todos os homens que Ele veio salvar: “Ela gerou Seu Filho, do qual Deus fez “o primogênito entre uma multidão de irmãos” (Rm 8,29), isto é, entre os fiéis, em cujo nascimento e educação ela coopera com amor materno.
Como o SIM com três letras teve consequências eternas para a humanidade :
Uma linda menina Judia Vivia feliz na sua pacata aldeia de Nazaré Distinguia-se pela sua particular modéstia , pela sua grande Fé no DEUS Salvador
Na aldeia como em todas as regiões da Palestina os judeus, dominados pelos romanos, ansiavam por um libertador e todos os Sábados juntava-se ao clamor : Quando nos envias o Salvador
Numa tarde de Primavera Maria estava na sua casa absorta em Deus Eis que de repente fica surpreendida com uma voz misteriosa, estranha . Sentiu um arrepio no seu intimo mais ou mesmo tempo uma sensação de paz interior
E a voz disse-lhe :
Ave Cheia de Graça Não temas Maria pois achaste graça diante de Deus. Conceberás e darás à luz um filho e Ele será chamado filho do Altíssimo…
Maria que sempre ansiava pelo Salvador aceita humildemente ser a mãe do Salvador
Com o sim de Maria o mundo mudou completamente o divino entrou no humano para o humano ser divino
E nasceu para nós um menino filho de Deus . Os cristãos por isso invocam-na com muita fé e amor Por isso os cristãos desde sempre invocam essa menina repetindo a mesma saudação do anjo e com os tempos surge a Santa maria
mãe de Deusinvocada por milhões de homens e mulheres. Esta mulher arrasta multidões “para os lugares onde ela apareceu, onde ela falou e falou bem mais do que nos Evangelhos, séculos depois da sua morte”.
https://www.a12.com/academia/artigos/como-surgiu-a-oracao-da-ave-maria
Mãe, Rainha e Intercessora da humanidade. É impossíve, assim, não enxergar em Nossa Senhora a expressão da ação do Deus Criador, do Deus Filho Salvador e do Deus Espírito Santificador. Portanto, Nossa Senhora, na oração da Ave-Maria, representa o gesto de amor da Santíssima Trindade.
mãe de Deusinvocada por milhões de homens e mulheres. Esta mulher arrasta multidões “para os lugares onde ela apareceu, onde ela falou e falou bem mais do que nos Evangelhos, séculos depois da sua morte”.
Maria de Nazaré
https://www.youtube.com/watch?v=XScuxfOdFME
Ficou surpreendida mas acreditou e respondeu eis aqui a serva do Senhor faça-se em mim segundo a tua Palavra
https://www.youtube.com/watch?v=IFzCzyXO-So
Momento tão sublime, momento mais lindo do mundo, que mudou toda a historia da Humanidade. Não existem palavras humanas pra descrever isso.
Nestas aldeias da Galileia está o povo mais pobre e deserdado, despojado de seu direito a desfrutar da terra doada por Deus; aqui Jesus encontra como em nenhum outro lugar o Israel mais enfermo e maltratado pelos poderosos; é aqui que Israel sofre com mais rigor os efeitos da opressão (PAGOLA, 2013, p. 113).
– a festa
– a razão de ser da festa
– tudo começou quando o divino se transformou em humano para o humano ser divino
– O poder da Ave Maria para a mãe do Salvador
– Entrega o teu futuro nas suas mãos e verás os resultados
Feast of our lady of rosary
Nossa Senhora do Rosário é o título mariano relacionado com a própria história do Santo Rosário: em 1214, na igreja do mosteiro francês de Prouille, a Santíssima Virgem Maria apareceu para o frade dominicano São Domingos de Gusmão e lhe confiou essa forma de oração contemplativa que foi depois se espalhando magnificamente mundo afora.
O título também se relaciona com as aparições de Nossa Senhora de Fátima aos três pastorinhos, em Portugal. Ela se identificou para as crianças como “a Senhora do Rosário”. Na sua mensagem apresentada em Fátima, Nossa Senhora insiste nos pedidos de oração, nomeadamente na oração do Santo Rosário.
Andreas F. Borchert | Wikipedia
São Domingos de Gusmão é o fundador da Ordem dos Pregadores, cujos membros são conhecidos como os frades dominicanos. Em 1214, ele estava na cidade francesa de Toulouse quando Nossa Senhora lhe apareceu enquanto ele orava e fazia penitência já havia três dias e três noites pelos pecados da humanidade. Maria lhe disse então:
“Sabes, meu querido Domingos, de que arma a Santíssima Trindade se serviu para reformar o mundo?”
Ele respondeu:
“Ó Senhora! Vós o sabeis melhor que eu, porque, depois de vosso Filho, Jesus Cristo, fostes o principal instrumento de nossa Salvação”.
Nossa Senhora prosseguiu:
“Sabe que a peça principal foi a saudação angélica, fundamento do Novo Testamento. Se queres, portanto, ganhar esses corações endurecidos para Deus, reza o meu saltério”.
Depois dessa aparição, Domingos entrou na catedral de Toulouse para falar aos fiéis, enquanto os sinos tocavam sem nenhuma intervenção humana. Quando o santo começou a pregar, desataram-se tremores de terra e uma enorme tormenta, com terríveis trovões e poderosos relâmpagos. Uma imagem de Nossa Senhora levantou três vezes os braços para pedir a Deus justiça pelos que não se arrependessem e não recorressem à sua proteção. São Domingos rezou então algumas das preces do Santo Rosário e a tormenta cessou.
Ele retomou serenamente a pregação e a fez com tamanho ardor que os cidadãos quase todos aderiram à devoção do Santo Rosário, percebendo-se nos tempos seguintes uma conversão substancial de vida entre as pessoas, de acordo com o relato dos livros “São Domingos de Gusmão e a origem do Santo Rosário” (Apostolado do Oratório, 07-10-2013) e “A história do Santo Rosário” (Opus Dei, 07-10-2017).
O próprio São Domingos se tornou o grande propagador dessa devoção mariana no início do século XIII, a ponto de que a Igreja lhe conferiu o título de “Apóstolo do Santo Rosário“.
Havia na época uma complexa variedade de heresias que desviavam os fiéis da Igreja, em especial as dos albingenses, que cresciam vertiginosamente na França. Pouco foi conseguido pelos missionários enviados pelo Papa a fim de combater as heresias.
São Domingos, no entanto, as combatia mediante a oração do Rosário da Virgem Maria. Com a criação da sua ordem religiosa e com a persistência na oração do Rosário, São Domingos pedia a intercessão de Nossa Senhora para converter os hereges, uma árdua conquista que foi sendo obtida com o passar dos anos.
Paolo Veronese
Em 1572, o Papa Pio V instituiu a festa de Nossa Senhora da Vitória para celebrar o triunfo dos cristãos na Batalha de Lepanto, em que foram derrotados os invasores otomanos. Essa épica vitória foi atribuída à intercessão da Virgem Maria, porque havia sido feita uma procissão do Rosário naquele mesmo dia em plena Praça de São Pedro, em súplica de ajuda para a Liga Santa naquela batalha decisiva travada em terras europeias.
Em 1573, Papa Gregório XIII mudou o título da comemoração para Festa do Santo Rosário. O Papa Clemente XII estendeu esta festa a toda a Igreja Católica.
As reformas do Concílio Vaticano II renomearam a festa para Nossa Senhora do Rosário.
Trata-se de uma memória universal celebrada em 7 de outubro, a data da vitória na Batalha de Lepanto.