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(0:00) Olá e bem-vindos. (0:02) Tenho andado a explorar o material que nos chegou para a análise de hoje (0:05) e deparei-me com uma citação que me ficou mesmo na cabeça. (0:11) Descrevo uma ferramenta de IA do Google, o Notebook LM, (0:14) como uma das ferramentas mais insanas e poderosas para aprender qualquer coisa.
(0:20) Isso é uma afirmação forte. (0:21) É, não é? E eu normalmente sou cética com este tipo de hipérbole, (0:26) mas depois de ver as análises dos canais Carino Lago e Negócios em Mento, (0:30) começo a achar que se calhar não é exagero. (0:32) É uma afirmação ousada, sem dúvida.
(0:34) O que eu acho fascinante aqui, e que as fontes exploram muito bem, (0:37) é que o Notebook LM não tenta ser, pronto, mais um chato JPT. (0:41) Certo. (0:42) Ele tenta resolver o problema mais irritante, e até perigoso, de IAs generativas.
(0:47) A tendência para inventar coisas. (0:49) Exatamente. As chamadas alucinações.
(0:51) Exato. Todos nós já passámos por isso. (0:54) Pedimos uma informação específica, (0:56) a IA responde com uma confiança absoluta, (1:00) mas a informação está completamente errada.
(1:03) É o calcanhar daquilos disto tudo. (1:06) Lá está. (1:06) Então, como é que o Notebook LM resolve isto? (1:09) Qual é o truque? (1:12) O truque é a sua premissa fundamental.
(1:14) Em vez de usar o conhecimento infinito e, bem, caótico da internet para responder… (1:21) Ele usa o quê? (1:22) Ele baseia-se exclusivamente nas fontes que nós lhe damos. (1:25) Podem ser PDFs, artigos, links de sites, até vídeos do YouTube. (1:31) Ah, ok.
(1:32) Ele torna-se um especialista absoluto no nosso material. (1:35) E apenas no nosso material. (1:37) A interação muda completamente.
(1:39) Sim, claro. (1:40) Deixamos de falar com um sabe-tudo genérico (1:43) para passar a ter um diálogo profundo com os nossos próprios documentos. (1:47) Isso sim.
Parece uma mudança de paradigma. (1:49) Quer dizer, em vez de perguntar à IA o que é que tu sabes, (1:53) passamos a perguntar o que é que os meus documentos dizem sobre isto. (1:58) Precisamente.
(1:59) Ok, isto já me está a interessar. Vamos começar por aí. (2:02) O que é que o impede de se perder, como acontece com os outros? (2:06) Eu sei que quando damos muitos documentos a um chat GPT, (2:10) ele parece que se esquece do início da conversa.
(2:12) É uma ótima pergunta e toca no cerno da questão técnica. (2:16) Pensa na janela de contexto de um chat GPT, (2:18) como a memória de curto prazo de uma pessoa. (2:21) Se lhe dermos um livro inteiro para ler de uma só vez, (2:24) a meio do caminho ela provavelmente já não se vai lembrar (2:26) dos detalhes do primeiro capítulo.
(2:28) Começa a generalizar, a preencher as lacunas… (2:30) E a inventar. (2:33) O notebook LM, por outro lado, foi desenhado para ter (2:35) uma memória fotográfica de toda a nossa biblioteca de projetos. (2:40) Ele não se esquece de nada do que lhe demos para ler.
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