02 13 Mc 8, 14-21 Terça Tende cuidado com o fermento dos fariseus e o fermento de Herodes

EVANGELHO Mc 8, 14-21
«Tende cuidado com o fermento dos fariseus
e o fermento de Herodes»


Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Marcos
Naquele tempo, os discípulos esqueceram-se de arranjar comida e só tinham consigo um pão no barco. Então Jesus recomendou-lhes: «Tende cuidado com o fermento dos fariseus e o fermento de Herodes». Eles discutiam entre si, dizendo: «Fala assim porque não temos pão». Mas Jesus ouviu-os e disse-lhes: «Porque estais a discutir que não tendes pão? Ainda não entendeis nem compreendeis? Tendes o coração endurecido? Tendes olhos e não vedes, ouvidos e não ouvis? Não vos lembrais quantos cestos de bocados recolhestes, quando Eu parti os cinco pães para as cinco mil pessoas?». Eles responderam: «Doze». «E quantos cestos de bocados recolhestes, quando reparti sete pães para as quatro mil pessoas?». Eles responderam: «Sete». Disse-lhes então Jesus: «Não entendeis ainda?».


Palavra da salvação.

REFLEXÃO

Hoje o Senhor também nos faz a mesma advertência que outrora fez aos apóstolos «Tende cuidado com o fermento dos fariseus e o fermento de Herodes».

Mesmo considerando-nos bons cristãos, podemos ser influenciados por interpretações religiosas distorcidas «fermento dos fariseus» sobre Deus e sobre Jesus sobre pontos de vistas parciais do Cristianismo e da Igreja. Necessitamos de viver em estado de alerta para saber qual “fermento” escolher…

O contacto diário com a Palavra divina leva-nos a uma compreensão mais profunda e decisiva da pessoa de Jesus: Não só o que Ele diz e faz, mas quem de facto Ele é e o que espera de nós. A palavra de Deus tem efeitos poderosos para aquilo que ela é enviada. Ela enche, preenche e satisfaz o nosso coração; transforma o coração do mais vil pecador, porque ela é a palavra de Deus.

Fiéis à sua mensagem o nosso coração abre-se a todos formando uma comunidade. «Levedados» pela «lógica eucarística» da partilha e solidariedade, somos transformados pela «Palavra da verdade» que é o Evangelho, ou seja, o próprio Cristo.

A pessoa de fé coloca acima de tudo as orientações divinas de Jesus Cristo deve fermentar todas as nossas atividades. O primado do espiritual deve ser a nossa guia.

A pessoa de Jesus é suficiente para inspirar toda a confiança aos seus discípulos.

ORAÇÃO

Deus, a vossa Palavra é luz verdadeira para os nossos passos; concedei que, iluminados pelo vosso Espírito, a acolhamos com fé viva, para descobrirmos na escuridão dos acontecimentos humanos os sinais da Vossa presença.

Liturgia diária

Agenda litúrgica

2024-02-13

TERÇA-FEIRA da semana VI

Verde – Ofício da féria.
Missa à escolha.

L 1 Tg 1, 12-18; Sl 93 (94), 12-13a. 14-15. 18-19
Ev Mc 8, 14-21

CONFIAREI NO MEU DEUS CONFIAREI NO MEU DEUS 

Na passagem de Tiago 1, 12-18, o apóstolo destaca a bem-aventurança daquele que persevera nas provações, lembrando que Deus não é o autor do mal. Ele enfatiza a importância de ouvir a palavra de Deus e praticá-la, advertindo contra as ilusões e tentações

  • Bem-aventurança na Perseverança:
    • Destaca a felicidade daquele que enfrenta dificuldades com perseverança.
  • Deus não é Autor do Mal:
    • Enfatiza que Deus não é responsável pelo mal que enfrentamos.
  • Importância de Ouvir e Praticar a Palavra de Deus:
    • Destaca a relevância de escutar a palavra de Deus e aplicá-la na vida diária.
  • Advertência Contra Ilusões e Tentação:
    • Alerta sobre as ilusões e tentações que podem surgir.
  • Firmeza na Fé durante Provações:
    • Enfatiza a necessidade de manter a fé durante as adversidades.
  • Confiança em Deus e Seus Ensinos:
    • Lembra da importância de confiar em Deus e seguir seus ensinamentos para resistir às dificuldades.

. No Salmo 93 (94), somos consolados pela promessa de que o Senhor é nosso refúgio, dando-nos força nos momentos de aflição. O Salmo destaca a íntima relação entre a justiça divina e a misericórdia, encorajando-nos a confiar na sabedoria de Deus.

No Salmo 93 (94), encontramos um grande conforto na promessa de que o Senhor é o nosso refúgio, nos dando força nos momentos difíceis. Este Salmo ressalta a conexão especial entre a justiça divina e a misericórdia, nos incentivando a confiar na sabedoria de Deus.

Quando enfrentamos aflições, podemos encontrar consolo sabendo que temos um lugar seguro no Senhor. Ele é como um abrigo seguro para nós. Isso nos dá a força necessária para lidar com as dificuldades da vida.

O Salmo lembra nos  da importância de confiar na sabedoria de Deus, mesmo quando não entendemos completamente os caminhos que Ele escolhe. A justiça divina e a misericórdia estão entrelaçadas, mostrando-nos que Deus cuida de nós com amor e compaixão, mesmo quando passamos por momentos desafiadores.

Portanto, podemos enfrentar nossas aflições com coragem, sabendo que o Senhor é nosso refúgio seguro, e Sua sabedoria guiará nossos passos. Essa confiança nos ajuda a superar as dificuldades, sabendo que estamos nas mãos amorosas de Deus.

  • Refúgio no Senhor: O Salmo 93 (94) nos assegura que o Senhor é nosso refúgio, um lugar seguro onde podemos encontrar consolo e força nos momentos difíceis.
  • Força nos Desafios: Ao reconhecer o Senhor como nosso refúgio, somos fortalecidos nos períodos de aflição. Sua presença oferece a força necessária para lidar com as dificuldades da vida.
  • Justiça Divina e Misericórdia: O Salmo destaca a íntima relação entre a justiça divina e a misericórdia, mostrando-nos que podemos confiar na sabedoria de Deus, mesmo quando não entendemos completamente seus caminhos.
  • Confiança na Sabedoria de Deus: Enfrentar as aflições requer confiança na sabedoria divina. Mesmo que não compreendamos totalmente os caminhos de Deus, podemos confiar que Ele cuida de nós com amor e compaixão.
  • Abrigo Seguro: Assim como um refúgio seguro nos protege, o Senhor é nosso abrigo seguro. Essa imagem reflete a ideia de encontrar segurança e consolo na presença divina.
  • Caminhar com Coragem: Ao reconhecer o Senhor como nosso refúgio e confiar na Sua sabedoria, podemos enfrentar corajosamente as adversidades da vida. Sabemos que estamos nas mãos amorosas de Deus, superando as dificuldades com confiança.

No Evangelho segundo Marcos 8, 14-21, Jesus adverte os discípulos sobre a influência perigosa do fermento dos fariseus e de Herodes, alertando para a necessidade de discernir os sinais dos tempos. Ele destaca a importância de compreender a profundidade espiritual das ações e ensinamentos, buscando uma fé que vai além do superficial. Esses textos nos convidam a uma reflexão sobre a perseverança na fé, a confiança na providência divina e a busca por uma compreensão mais profunda dos ensinamentos de Jesus

No Evangelho segundo Marcos 8, 14-21, Jesus compartilha uma advertência importante com seus discípulos, alertando-os sobre a influência perigosa do fermento dos fariseus e de Herodes. Essa metáfora destaca a necessidade de discernir os sinais dos tempos e compreender a profundidade espiritual por trás das ações e ensinamentos.

Jesus enfatiza a importância de ir além do superficial, buscando uma compreensão mais profunda dos ensinamentos divinos. Ele chama a atenção para a tendência humana de se deixar influenciar por ideias e práticas que podem comprometer a verdadeira fé.

Nesse contexto, somos convidados a refletir sobre a perseverança na fé. A advertência de Jesus destaca a importância de permanecer firmes, mesmo diante das influências negativas que podem surgir. A fé verdadeira requer um compromisso contínuo, resistindo às tentações de adotar elementos prejudiciais.

Além disso, Jesus nos lembra da necessidade de confiar na providência divina. Ao discernir os sinais dos tempos, reconhecemos que Deus está no controle e cuida de nós. Essa confiança nos orienta a enfrentar os desafios com serenidade, sabendo que Deus está sempre presente.

Apresentação em Tópicos Numerados:

  1. Advertência sobre o Fermento dos Fariseus e de Herodes:
    • Jesus destaca a influência perigosa dessas figuras e adverte os discípulos.
  2. Discernimento dos Sinais dos Tempos:
    • A necessidade de compreender a profundidade espiritual das ações e ensinamentos.
    • Destaque para a importância de discernir além do superficial.
  3. Fé Além do Superficial:
    • Chamado para uma fé que vai além do externo, buscando uma compreensão mais profunda.
    • Reflexão sobre a tendência humana de se deixar influenciar por práticas prejudiciais.
  4. Perseverança na Fé:
    • Reflexão sobre a importância de permanecer firme diante das influências negativas.
    • O compromisso contínuo necessário para uma fé verdadeira.
  5. Confiança na Providência Divina:
    • Reconhecimento de que Deus está no controle.
    • A importância de confiar na providência divina ao enfrentar desafios.

Esses textos nos convidam a uma profunda reflexão sobre a nossa fé, encorajando-nos a perseverar, confiar na providência divina e buscar uma compreensão mais profunda dos ensinamentos de Jesus


* Na Arquidiocese de Braga – Aniversário da entrada solene de D. José Manuel Garcia Cordeiro.
* Na Ordem Agostiniana – B. Cristina de Espoleto, secular – MF
* Na Ordem de São Domingos – B. Jordão de Saxónia, presbítero – MO
* Na Congregação da Paixão de Jesus Cristo – Oração de Jesus Cristo no Horto – MO
* Na Congregação dos Sacerdotes do Coração de Jesus – Oração de Jesus Cristo no Horto – MF
* Na Prelatura da Santa Cruz e Opus Dei – Santos Cirilo, monge, e Metódio, bispo – FESTA

Missa

Antífona de entrada Cf. Sl 30, 3-4
Sede a rocha do meu refúgio, Senhor,
e a fortaleza da minha salvação.
Para glória do vosso nome, guiai-me e conduzi-me.

Oração coleta
Senhor nosso Deus,
que prometestes estar presente
nos corações retos e sinceros,
ajudai-nos, com a vossa graça, a viver de tal modo
que mereçamos ser vossa morada.
Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus
e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo,
por todos os séculos dos séculos.

LEITURA I Tg 1, 12-18
«Deus não tenta ninguém»

A vida do homem sobre a terra é uma provação contínua; sentimo-lo na experiência de cada dia. A essas provações chamamos também tentação, e são-no, venham elas donde vierem. Em todas as coisas somos provados, experimentados, tentados, mas o Senhor não nos colocou diante dos seus dons para cairmos na tentação. Se esses dons acabam, por vezes, por serem ocasião de tentação, é devido ao nosso coração ambicioso, egoísta, onde “os maus desejos concebem e dão à luz o pecado”. Por isso, pedimos: “Não nos deixeis cair em tentação”.

Leitura da Epístola de São Tiago
Feliz o homem que suporta com paciência a provação, porque, vencida a prova, receberá a coroa da vida, que o Senhor prometeu àqueles que O amam. Ninguém diga, ao ser tentado: «É Deus que me tenta». Porque Deus não pode ser tentado pelo mal, nem tenta ninguém. Cada um é tentado pelos seus maus desejos, que o arrastam e seduzem. Depois, os maus desejos concebem e geram o pecado e o pecado, uma vez consumado, gera a morte. Não vos deixeis enganar, caríssimos irmãos. Toda a boa dádiva e todo o dom perfeito vêm do alto, descem do Pai das luzes, no qual não há variação nem sombra de mudança. Foi Ele que nos gerou pela palavra da verdade, para sermos como primícias das suas criaturas.
Palavra do Senhor.

SALMO RESPONSORIAL Salmo 93 (94), 12-13a.14-15.18-19 (R. 12a)
Refrão: Feliz o homem a quem Vós ensinais, Senhor. Repete-se

Feliz o homem
a quem Vós ensinais, Senhor,
e instruís na vossa lei,
para lhe dar a paz nos dias de angústia. Refrão

O Senhor não rejeita o seu povo
nem abandona a sua herança.
Mas há-de julgar com justiça
e hão-de segui-la todos os corações rectos. Refrão

Quando digo: «Os meus pés vacilam»,
a vossa bondade, Senhor, me sustenta.
Quando se multiplicam as angústias do meu coração,
as vossas consolações reconfortam a minha alma. Refrão

ALELUIA Jo 14, 23
Refrão: Aleluia Repete-se
Se alguém Me ama, guardará a minha palavra,
diz o Senhor:
meu Pai O amará e faremos nele a nossa morada. Refrão

EVANGELHO Mc 8, 14-21
«Tende cuidado com o fermento dos fariseus
e o fermento de Herodes»

O Senhor adverte os seus discípulos de que devem ir além da religião formalista dos fariseus e das preocupações materialistas e políticas para poderem compreender, à luz da fé, os seus milagres. Há coisas mais importantes do que o pão para a boca, e valores que estão antes das cautelas diplomáticas de Herodes. A pessoa de Jesus é suficiente para inspirar toda a confiança aos seus discípulos.

Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Marcos
Naquele tempo, os discípulos esqueceram-se de arranjar comida e só tinham consigo um pão no barco. Então Jesus recomendou-lhes: «Tende cuidado com o fermento dos fariseus e o fermento de Herodes». Eles discutiam entre si, dizendo: «Fala assim porque não temos pão». Mas Jesus ouviu-os e disse-lhes: «Porque estais a discutir que não tendes pão? Ainda não entendeis nem compreendeis? Tendes o coração endurecido? Tendes olhos e não vedes, ouvidos e não ouvis? Não vos lembrais quantos cestos de bocados recolhestes, quando Eu parti os cinco pães para as cinco mil pessoas?». Eles responderam: «Doze». «E quantos cestos de bocados recolhestes, quando reparti sete pães para as quatro mil pessoas?». Eles responderam: «Sete». Disse-lhes então Jesus: «Não entendeis ainda?».
Palavra da salvação.

Oração sobre as oblatas
Concedei, Senhor, que estes dons sagrados
nos purifiquem e renovem,
para que, obedecendo sempre à vossa vontade,
alcancemos a recompensa eterna.
Por Cristo nosso Senhor.

Antífona da comunhão Sl 77, 29-30
O Senhor deu-lhes o pão do céu:
comeram e ficaram saciados.

Ou: Jo 3, 16
Deus amou de tal modo o mundo que lhe deu o seu Filho unigénito.
Quem acredita n’Ele tem a vida eterna.

Oração depois da comunhão
Senhor, que nos alimentastes com o pão do céu,
fazei que busquemos sempre
aquelas realidades que nos dão a verdadeira vida.
Por Cristo nosso Senhor.