Sábado do Tempo do Natal
Santíssimo Nome de Jesus – MF
Branco – Ofício da féria ou da memória.
Missa da féria ou da memória, pf. do Natal.
L 1: 1Jo 2, 29 – 3, 6; Sl 97 (98), 1. 3cd-4. 5-6
Ev: Jo 1, 29-34
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L 1: 1Jo 2, 29 – 3, 6
São João enfatiza a identidade do cristão como filho de Deus, um dom gratuito do amor do Pai que o mundo não compreende. Esta filiação não é apenas um título, mas uma realidade que exige uma vida de retidão. O autor recorda que, embora já sejamos filhos, a nossa glória plena só se manifestará quando virmos a Deus “tal como Ele é”. Esta esperança deve conduzir à purificação pessoal. Quem permanece em Cristo não vive no pecado; a santidade é a marca de quem verdadeiramente O conhece e n’Ele habita.
Sl 97 (98): Cantai ao Senhor um cântico novo
Este salmo é um hino de exultação pela vitória e salvação operadas por Deus. O salmista convida toda a terra a aclamar o Senhor com instrumentos musicais — cítaras, trombetas e buzinas — celebrando as maravilhas que Ele realizou em favor do Seu povo. A fidelidade e a justiça de Deus são manifestadas diante de todas as nações. Não se trata de um louvor tímido, mas de uma alegria ruidosa e universal que reconhece o Senhor como o Rei e Juiz justo que governa o mundo com retidão.
Ev: Jo 1, 29-34
João Batista apresenta Jesus ao mundo com uma declaração profética fundamental: “Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo”. O Batista reconhece a preexistência e a superioridade de Jesus, afirmando que Ele é quem batiza com o Espírito Santo. O texto destaca o testemunho visual de João, que viu o Espírito descer do céu como uma pomba e repousar sobre Jesus. Este momento sela a missão messiânica de Cristo e permite ao Batista proclamar com autoridade divina: Jesus é, verdadeiramente, o Filho de Deus.