Domingo XXI do tempo comum- Notas e sintese

INTRODUÇÃO 

Nemo est criatura tam parva et vilis quae bonitate Dei non representat  Significa que cada ser humano tem uma parte divina. Torna-se necessário desenvolver essa característica que para nós cristãos se tornou mais consistente. Esta caminhada mede-se na capacidade com que escutamos a Palavra e respondemos com o nosso coração servindo incondicionalmente cada irmão.
PALAVRA 

Na nossa vida de Peregrinos sentimo-nos ligados a Deus a quem pertencemos e a quem nos entregamos de alma e coração ao serviço da Evangelização. A meditação diária da Palavra  com a resposta de uma oração humilde e sincera orienta-nos , aumenta o divino em nós…Oxalá possamos um dia dizer como S. Paulo Já não sou eu que vivo é Cristo que vive em mim…

O caminho para a eternidade é sempre o caminho da Cruz da humildade e do serviço ocupes os lugares mais importantes ou os mais humildes. Perspectivando a realidade com critério divino sentimo-nos sempre felizes na construção do Reino que Jesus Cristo fundou e colocou à responsabilidade de S. Pedro …quando depois de Ele ter descoberto a sua identidade…Dar-te-ei as chaves do Reino dos Céus…
Para entendermos esta expressão “chaves do Reino dos Céus” devemos meditar na primeira leitura (Is 22, 19-23 )em que se fala da destituição do administrador da Casa Real. Não era o dono do Palácio mas era uma pessoa com funções muito importantes simbolizados no modo como se vestia – uma linda túnica, um cinto de ouro e o que possuia  as chaves do Palácio e o que fazia : Abrir e fechar as portas do Palácio, selecionar as pessoas que deveriam falar com  o rei e o reino e administrar todas as riquezas . Dar chaves a alguém significava conferir poder….
O texto desta primeira  leitura convida-nos a refletir sobre o sentido do poder, O poder,  deve ser um serviço à comunidade.Quem tem poder de governar tem possuir certos requesitos como: delicadeza,bondade, compreensão tolerância em sintonia com a firmeza como os pais orientam os filhos.A autoridade , não é questão de poder, mas sim de amor. É este o procedimento que devemos ter, guiados pelo amor. O Toda a autoridade deve levar à união (unimos mas ficamos esmagados)

Neste domingo em que refletimos sobre o poder e a fundação da Igreja com S. Pedro à cabeça rezemos por todas as autoridades para que acima de tudo sejam testemunhas de um DEUS VIVO e tornem possível desenhar no nosso coração uma verdadeira imagem de JESUS CRISTO (não apenas um homem bom, profeta um homem de massas ou um revolucionário utópico mas sim Para os discípulos, Jesus foi bem mais do que “um homem”. Ele foi e é “o Messias, o Filho de Deus vivo”. Defini-l’O dessa forma significa reconhecer em Jesus o Deus que o Pai enviou ao mundo com uma proposta de salvação e de vida plena, destinada a todos os homens. A diferença entre o “homem bom” e o “Messias, Filho de Deus”, é a diferença entre alguém a quem admiramos e que é igual a nós, e alguém que nos transforma, que nos renova e que nos encaminha para a vida eterna e verdadeira.  Perguntemos todos os dias a nós mesmo• Quem é Ele para mim?”Sinto a obrigação de pensar  nas suas propostas …que vem até nós no dia a dia  ente: “Senhor Jesus, cremos que és o Caminho, a Verdade e a Vida” e refrão.

Celebrante: Credes em Deus, Pai todo-poderoso, criador do céu e da terra?

Pais e padrinhos: Sim, creio.

Celebrante: Credes em Jesus Cristo, seu único Filho, Nosso Senhor, que nasceu da Virgem Maria, padeceu e foi sepultado, ressuscitou dos mortos e está sentado à direita do Pai?

Pais e padrinhos: Sim, creio.

Celebrante: Credes no Espírito Santo, na santa Igreja católica, na comunhão dos santos, na remissão dos pecados, na ressurreição da carne e na vida eterna?

Pais e padrinhos: Sim, creio.

Celebrante: Esta é a nossa fé. Esta é a fé da Igreja, que nos gloriamos de professar, em Jesus Cristo, Nosso Senhor.

Todos: Amen.

 

3. INSISTIR NA PROFISSÃO DE FÉ.
Como eco ao texto do Evangelho (confissão de fé de Pedro), pode-se insistir particularmente na profissão de fé. Poder-se-á tomar a do tipo pergunta/resposta: profissão de fé baptismal ou uma das propostas no ritual da confirmação.

 

CONCLUSÃO 

 

 

Estudo da Liturgia 

 

1ª Lt.Is. 22, 19- 23

      O texto desta primeira  leitura convida-nos a refletir sobre o sentido do poder, O poder,  deve ser um serviço à comunidade.Quem tem poder de governar tem possuir certos requesitos como: delicadeza,bondade, compreensão tolerância em sintonia com a firmeza como os pais orientam os filhos.A autoridade , não é questão de poder, mas sim de amor. É este o procedimento que devemos ter, guiados pelo amor.

Sal.137(138)

      Foi na pessoa de Jesus Cristo, nas Suas Palavras e no Seu coração, onde habita a plenitude da Divindade que a grandeza humilde  e sem arrogância nos aparecem com mais clareza.

Ev. Mt. 16, 13-20

      No horizonte deste Evangelho, desvendamos o que irá acontecer a Jesus! “Um destino de cruz”Após grandes êxitos do Seu ministério, Jesus, encontra-Se com a oposição dos líderes e o desinteresse do povo. A mensagem do Reino, não é acolhida; apenas por um pequeno grupo: os discípulos. Jesus dirige aos Seus discípulos uma série de perguntas a Seu respeito. “Quem dizem os homem que Eu Sou?” responderam: Una dizem que és João Batista ou algum dos profetas. E, vós, que dizeis vós que Eu sou? Pedro tomando a palavra em nome do grupo diz: “Tu És o Cristo Filho de Deus Vivo! Jesus quer tornar as coisas claras aos discípulos para os confirmar na opção  de O seguir e apostar em difundir o Reino em todo o mundo mesmo que sejam mal tratados, incompreendidos, ameaçados e até  serem submetidos à morte.

 

 

 

 

 

 

 

 

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