SEGUNDA-FEIRA da semana XV

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PALAVRA (tópicos) Agora põe-se o texto

O sentido da nossa peregrinação e a peregrinação do Povo Escolhido. A opressão no Egito e nos dias de hoje. A atitude do Crente perante o sofrimento e a opressão organizada. A oração que nos leva à “guerra” e à paz interior. O exemplo dos Santos e de S. Boaventura. A minha vida na comunidade .Luta continua pela PAZ de DEUS. Caminho da Cruz.

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O sentido da nossa peregrinação

(Apontamentos vários para servirem de base à nossa reflexão )n :

Memória do sepultamento de São Boaventura, bispo de Albano, na Itália, e doutor da Igreja, insigne pela sua doutrina, santidade de vida e eminente actividade ao serviço da Igreja. Dirigiu com suma prudência, como ministro geral, a Ordem dos Menores, segundo o espírito de São Francisco. Soube aliar nos seus numerosos escritos a amplitude da erudição com o ardor da piedade. Quando trabalhava na preparação do Concílio de Lião II, mereceu passar à bem-aventurada visão de Deus.

 

S. Boaventura, bispo e doutor da Igreja – MO 
Branco – Ofício da memória. 
Missa da memória. 
Quem era S. Boaventura? 
https://pt.wikipedia.org/wiki/Boaventura

3] Três anos antes, sua fama já tinha lhe valido a posição de palestrante sobre “Os Quatro Livros de Sentenças“, um livro de teologia escrito por Pedro Lombardo no século XII.[4]

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De itinerario mentis a Deo 

RESUMO
O presente trabalho analisa o fundamento da interioridade na obra Itinerarium
Mentis in Deum (Itinerário da mente para Deus, 1259) escrita por São Boaventura
(1217-1274). Na concepção do autor, a interioridade é um itinerário para o conhecimento da verdade. E é no mais profundo de si que a alma encontra
não só a si mesma, mas o Verbo interior, o Cristo, o fundamento e sentido da
interioridade.
Palavras-chave: Cristocentrismo. Interioridade. São Boaventura. Verdade

L 1 Ex 1, 8-14. 22; Sal 123 (124), 1-3. 4-6. 7-8 
Ev Mt 10, 34 – 11, 1 

 

ANTÍFONA DE ENTRADA cf. Salmo 16, 15 Eu venho, Senhor, à vossa presença: ficarei saciado ao contemplar a vossa glória. 


ORAÇÃO COLECTA 
Senhor nosso Deus, 
que mostrais aos errantes a luz da vossa verdade 
para poderem voltar ao bom caminho, 
concedei a quantos se declaram cristãos 
que, rejeitando tudo o que é indigno deste nome, 
sigam fielmente as exigências da sua fé. 
Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, 
que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo. 

LEITURA I (anos ímpares) Ex 1, 8-14.22 
«Temos de tomar contra Israel medidas prudentes, 
para que não aumente ainda mais» 

O Livro do Êxodo dá continuidade ao do Génesis, e descreve a situação dos israelitas no Egipto e a sua saída desse país, para eles terra de escravidão. Êxodo significa precisamente saída. É um livro de interesse excepcional na história do povo de Deus. Todo ele está impregnado da grande profissão de fé no Senhor, Deus único, que fez sair Israel do Egipto. Esta libertação do povo de Deus do país da escravidão, é a figura antecipada e anunciadora da futura Páscoa de Jesus Cristo, libertadora do povo que Deus veio a congregar na sua Igreja. 

Leitura do Livro do Êxodo 
Naqueles dias, subiu ao trono do Egipto um novo rei, que não tinha conhecido José. Ele disse ao seu povo: «Vede como o povo de Israel se tornou maior e mais forte do que nós. Temos de tomar contra ele medidas prudentes, para que não aumente ainda mais. De contrário, em caso de guerra, juntar-se-ia aos nossos inimigos, combateria contra nós e acabaria por abandonar o país». Colocaram então o povo de Israel sob as ordens de capatazes, para o sujeitarem a trabalhos forçados, e foi assim que ele construiu para o faraó as cidades de armazenagem Pitom e Ramsés. Mas quanto mais o oprimiam, tanto mais o povo se multiplicava e crescia. Por isso os egípcios, temendo os filhos de Israel, sujeitaram-nos a duros trabalhos e fizeram-lhes a vida amarga com tarefas pesadas: preparação de barro e de tijolos, toda a espécie de serviços agrícolas, além das restantes tarefas a que os obrigavam duramente. E o faraó deu esta ordem ao seu povo: «Deitai ao rio todos os filhos que nascerem aos hebreus; mas deixai viver todas as filhas». 
Palavra do Senhor. 


SALMO RESPONSORIAL Salmo 123 (124), 1-3.4-6.7-8 (R. 8a) 
Refrão: A nossa protecção está no nome do Senhor. Repete-se 

Se o Senhor não estivesse connosco, 
que o diga Israel, 
se o Senhor não estivesse connosco, 
os homens que se levantaram contra nós 
ter-nos-iam devorado vivos, 
no furor da sua ira. Refrão 

As águas ter-nos-iam afogado, 
a torrente teria passado sobre nós; 
sobre nós teriam passado 
as águas impetuosas. 
Bendito seja o Senhor, 
que não nos abandonou como presa dos seus dentes. 
Refrão 

A nossa vida escapou como pássaro 
do laço dos caçadores: 
quebrou-se a armadilha 
e nós ficámos livres. 
A nossa protecção está no nome do Senhor, 
que fez o céu e a terra. Refrão 


ALELUIA Mt 5, 10 
Refrão: Aleluia Repete-se 

Bem-aventurados os que sofrem perseguição 
por amor da justiça, 
porque deles é o reino dos Céus. Refrão 


EVANGELHO Mt 10, 34 __ 11, 1 
«Não vim trazer a paz, mas a espada». 

Cristo é, no mundo, sinal de contradição, como já o anunciara o velho Simeão. Os critérios do reino não se compadecem com a estreiteza dos nossos limites humanos. Ele vem trazer a paz, mas muitos, que não compreenderão essa sua missão, até por causa d’Ele se hão-de envolver em guerra e perseguir quem O quisera seguir. 

Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Mateus 
Naquele tempo, disse Jesus aos seus apóstolos: «Não penseis que Eu vim trazer a paz à terra. Não vim trazer a paz, mas a espada. De facto, vim separar o filho de seu pai, a filha de sua mãe, a nora da sua sogra, de maneira que os inimigos do homem são os de sua casa. Quem ama o pai ou a mãe mais do que a Mim, não é digno de Mim; e quem ama o filho ou a filha mais do que a Mim, não é digno de Mim. Quem não toma a sua cruz para Me seguir, não é digno de Mim. Quem encontrar a sua vida há-de perdê-la; e quem perder a sua vida por minha causa, há-de encontrá-la. Quem vos recebe, a Mim recebe; e quem Me recebe, recebe Aquele que Me enviou. Quem recebe um profeta por ele ser profeta, receberá a recompensa de profeta; e quem recebe um justo por ele ser justo, receberá a recompensa de justo. E se alguém der de beber, nem que seja um copo de água fresca, a um destes pequeninos, por ele ser meu discípulo, em verdade vos digo: não perderá a sua recompensa». Depois de ter dado estas instruções aos seus doze discípulos, Jesus partiu dali, para ir ensinar e pregar nas cidades daquela gente. 
Palavra da salvação. 
S. BOAVENTURA, bispo e doutor da Igreja

Martirológio

Memória do sepultamento de São Boaventura, bispo de Albano, na Itália, e doutor da Igreja, insigne pela sua doutrina, santidade de vida e eminente actividade ao serviço da Igreja. Dirigiu com suma prudência, como ministro geral, a Ordem dos Menores, segundo o espírito de São Francisco. Soube aliar nos seus numerosos escritos a amplitude da erudição com o ardor da piedade. Quando trabalhava na preparação do Concílio de Lião II, mereceu passar à bem-aventurada visão de Deus.