12 03 Mc 13, 33-37 Domingo 1 do Advento 

12 03 Mc 13, 33-37 Domingo 1 do Advento 

«Vigiai, porque não sabeis quando virá o dono da casa»

Paróquia Santa Cruz de Belém - Anúncio do Evangelho (Mc 13,33-37) — O  Senhor esteja convosco. — Ele está no meio de nós. — PROCLAMAÇÃO do  Evangelho de Jesus Cristo + segundo

EVANGELHO Mc 13, 33-37

«Vigiai, porque não sabeis quando virá o dono da casa»

Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Marcos

Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: «Acautelai-vos e vigiai, porque não sabeis quando chegará o momento. Será como um homem que partiu de viagem: ao deixar a sua casa, deu plenos poderes aos seus servos, atribuindo a cada um a sua tarefa, e mandou ao porteiro que vigiasse. Vigiai, portanto, visto que não sabeis quando virá o dono da casa: se à tarde, se à meia-noite, se ao cantar do galo, se de manhãzinha; não se dê o caso que, vindo inesperadamente, vos encontre a dormir. O que vos digo a vós, digo-o a todos: Vigiai!».

Palavra da salvação.

REFLEXÃO 

Neste primeiro Domingo do Advento, somos chamados a refletir sobre a importância da vigilância em nossas vidas, conforme nos recorda o Evangelho de Marcos (Mc 13, 33-37). Jesus nos adverte: “Vigiai, porque não sabeis quando virá o dono da casa”. Essa exortação à vigilância não é apenas uma simples recomendação, mas uma chamada à atenção constante para a presença do Senhor em nossas vidas, tanto na antecipação do Natal quanto na expectativa de Sua vinda gloriosa.

O Advento, que marca o início do novo ano litúrgico, é um tempo de preparação e espera. Nas paróquias, a primeira vela acesa simboliza a esperança, iluminando a escuridão da nossa expectativa. É um convite para que possamos vigiar, não de forma ansiosa, mas com a certeza de que o Senhor está sempre presente, pronto para entrar em nossos corações.

A vida é comparada a uma longa vigília, com suas estações sucessivas. Assim como as vigílias da noite aguardam o nascer do sol, nossa existência terrena é marcada pela espera da manifestação plena do Reino de Deus. O Natal, celebrado anualmente, é uma antecipação simbólica da vinda gloriosa de Cristo no último dia, quando seremos introduzidos na “vida do mundo que há-de vir”.

Que este tempo de Advento nos desperte para a importância da vigilância espiritual em nossas vidas. Que possamos estar atentos aos sinais da presença de Deus ao nosso redor e nos preparar, a cada dia, para encontrar o Senhor, seja na celebração do Natal ou na Sua vinda definitiva. Que a chama da primeira vela que acendemos na igreja ilumine não apenas o espaço físico, mas também os cantos mais escuros de nossos corações, para que possamos acolher o Salvador com alegria e esperança. Que assim seja, em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém.

ORAÇÃ O 

Amado Deus, neste primeiro Domingo do Advento, elevamos nossos corações a Ti com gratidão e esperança. A luz da primeira vela que acendemos na igreja simboliza nossa expectativa, nossa vigilância espiritual diante da chegada do Salvador. Recordamos as palavras de Jesus: “Vigiai, porque não sabeis quando virá o dono da casa”, e reconhecemos a importância de permanecer atentos à Tua presença em nossa vida.

Neste tempo de preparação, pedimos, Senhor, que a chama da esperança queima intensamente em nossos corações. Que a luz do Advento dissipe as sombras da ansiedade e do medo, para que possamos aguardar com alegria o nascimento do Salvador e, ao mesmo tempo, preparar-nos para Sua vinda gloriosa no final dos tempos.

Que cada dia do Advento seja uma oportunidade para uma vigilância consciente, não apenas olhando para o céu em antecipação, mas também reconhecendo Tua presença em nossas vidas cotidianas. Que nossas ações e pensamentos estejam permeados pela consciência da proximidade do Reino de Deus.

Senhor, à medida que acendemos a primeira vela, que sua luz ilumine não apenas este espaço sagrado, mas também nossos corações e lares. Que a esperança que ela representa nos inspire a compartilhar essa luz com os outros, especialmente aqueles que estão em trevas e necessitam do calor do Teu amor.

Conceda-nos a graça de viver este Advento com uma fé renovada, uma esperança reavivada e um amor que se manifesta em nossas ações diárias. Que, ao celebrarmos o Natal, possamos experimentar a alegria profunda de acolher o Salvador em nossos corações.

Oramos por força para perseverar na vigilância espiritual e por uma sensibilidade renovada aos sinais da Tua presença. Que este Advento seja um tempo de preparação que nos conduza a um encontro mais profundo Contigo. Em nome de Jesus, que vive e reina contigo, na unidade do Espírito Santo. Amém.

VIGIAI

12 03 Mc 13, 33-37 Domingo 1 do Advento 

Vigiai, porque não sabeis quando virá o dono da casa

O SERVO RECEBE PLENOS PODERES 

Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Marcos

Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: «Acautelai-vos e vigiai, porque não sabeis quando chegará o momento. Será como um homem que partiu de viagem: ao deixar a sua casa, deu plenos poderes aos seus servos, atribuindo a cada um a sua tarefa, e mandou ao porteiro que vigiasse. 

QUANDO VIRÁ O DONO ? 

Vigiai, portanto, visto que não sabeis quando virá o dono da casa: se à tarde, se à meia-noite, se ao cantar do galo, se de manhãzinha; não se dê o caso que, vindo inesperadamente, vos encontre a dormir. O que vos digo a vós, digo-o a todos: Vigiai!.

Palavra da salvação.

REFLEXÃO 

A VIGILÂNCIA E SUA IMPORTÂNCIA

Neste primeiro Domingo do Advento, somos chamados a refletir sobre a importância da vigilância em nossas vidas, conforme nos recorda o Evangelho de Marcos (Mc 13, 33-37). Jesus nos adverte: Vigiai, porque não sabeis quando virá o dono da casa. Essa exortação à vigilância não é apenas uma simples recomendação, mas uma chamada à atenção constante para a presença do Senhor em nossas vidas, tanto na antecipação do Natal quanto na expectativa de Sua vinda gloriosa.

SIGNIFICADO DO ADVENTO 

O Advento, que marca o início do novo ano litúrgico, é um tempo de preparação e espera. Nas paróquias, a primeira vela acesa simboliza a esperança, iluminando a escuridão da nossa expectativa. É um convite para que possamos vigiar, não de forma ansiosa, mas com a certeza de que o Senhor está sempre presente, pronto para entrar em nossos corações.

NATAL E VINDA DO SENHOR

A vida é comparada a uma longa vigília, com suas estações sucessivas. Assim como as vigílias da noite aguardam o nascer do sol, nossa existência terrena é marcada pela espera da manifestação plena do Reino de Deus. O Natal, celebrado anualmente, é uma antecipação simbólica da vinda gloriosa de Cristo no último dia, quando seremos introduzidos na vida do mundo que há-de vir.

ACOLHAMOS O SALVADOR

Que este tempo de Advento nos desperte para a importância da vigilância espiritual em nossas vidas. Que possamos estar atentos aos sinais da presença de Deus ao nosso redor e nos preparar, a cada dia, para encontrar o Senhor, seja na celebração do Natal ou na Sua vinda definitiva. Que a chama da primeira vela que acendemos na igreja ilumine não apenas o espaço físico, mas também os cantos mais escuros de nossos corações, para que possamos acolher o Salvador com alegria e esperança. Que assim seja, em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém.

ORAÇÃ O 

Concedei-nos, Senhor,  a graça de viver este Advento com uma fé renovada, uma esperança reavivada e um amor que se manifesta em nossas ações diárias. Que, ao celebrarmos o Natal, possamos experimentar a alegria profunda de acolher o Salvador em nossos corações.

Liturgia diária

Agenda litúrgica

2023-12-03

DOMINGO I DO ADVENTO

Roxo – Ofício próprio (Semana I do Saltério). Te Deum.

+ Missa própria, Credo, pf. I do Advento.

Toma-se o Lecionário dominical do Ano B.

L 1 Is 63, 16b-17. 19b; 64, 2b-7; Sl 79 (80), 2ac e 3b. 15-16. 18-19

L 2 1Cor 1, 3-9

Ev Mc 13, 33-37

* As Missas deste Tempo Litúrgico não têm Glória.

* Proibidas todas as Missas de defuntos, mesmo a exequial.

* Na Arquidiocese de Évora – Ofertório para a Pastoral Diocesana.

* II Vésp. do domingo – Compl. dep. II Vésp. dom.

Ano B

Missa

Antífona de entrada Cf. Sl 24, 1-3

Para Vós, Senhor, elevo a minha alma. Meu Deus, em Vós confio.

Não seja confundido nem de mim escarneçam os inimigos.

Não serão confundidos os que esperam em Vós.

Não se diz o Glória.

Oração coleta

Despertai, Senhor, nos vossos fiéis

a vontade firme de se prepararem, pela prática das boas obras,

para irem ao encontro de Cristo,

de modo que, chamados um dia à sua direita,

mereçam alcançar o reino dos céus.

Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus

e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo,

por todos os séculos dos séculos.

LEITURA I Is 63, 16b-17.19b; 64, 2b-7

«Oh se rasgásseis os céus e descêsseis»

O Advento começa com um profundo suspiro de fé e de esperança dirigido ao Senhor, “nosso Pai”, “nosso Redentor”, semelhante aos que subiam da boca e do coração dos nossos antepassados na fé, os santos do Antigo Testamento, que viveram antes da vinda do Filho de Deus. Não vamos agora imaginar-nos nos tempos antes de Cristo; mas vamos criar em nós desejos profundos de que Ele, que já veio ao mundo e está no meio de nós, seja por nós reconhecido e acolhido como nosso Salvador, Ele que, de novo, há-de vir e por quem suspiramos.

Leitura do Livro de Isaías

Vós, Senhor, sois nosso Pai e nosso Redentor, desde sempre, é o vosso nome. Porque nos deixais, Senhor, desviar dos vossos caminhos e endurecer o nosso coração, para que não Vos tema? Voltai, por amor dos vossos servos e das tribos da vossa herança. Oh se rasgásseis os céus e descêsseis! Ante a vossa face estremeceriam os montes! Mas vós descestes e perante a vossa face estremeceram os montes. Nunca os ouvidos escutaram, nem os olhos viram que um Deus, além de Vós, fizesse tanto em favor dos que n’Ele esperam. Vós saís ao encontro dos que praticam a justiça e recordam os vossos caminhos. Estais indignado contra nós, porque pecámos e há muito que somos rebeldes, mas seremos salvos. Éramos todos como um ser impuro, as nossas acções justas eram todas como veste imunda. Todos nós caímos como folhas secas, as nossas faltas nos levavam como o vento. Ninguém invocava o vosso nome, ninguém se levantava para se apoiar em Vós, porque nos tínheis escondido o vosso rosto e nos deixáveis à mercê das nossas faltas. Vós, porém, Senhor, sois nosso Pai e nós o barro de que sois o Oleiro; somos todos obra das vossas mãos.

Palavra do Senhor.

SALMO RESPONSORIAL Salmo 79 (80), 2ac e 3b. 15-16.18-19 (R. 4)

Refrão: Senhor nosso Deus, fazei-nos voltar,

mostrai-nos o vosso rosto e seremos salvos.

Repete-se

Pastor de Israel, escutai,

Vós que estais sentado sobre os Querubins, aparecei.

Despertai o vosso poder

e vinde em nosso auxílio. Refrão

Deus dos Exércitos, vinde de novo,

olhai dos céus e vede, visitai esta vinha.

Protegei a cepa que a vossa mão direita plantou,

o rebento que fortalecestes para Vós. Refrão

Estendei a mão sobre o homem que escolhestes,

sobre o filho do homem que para Vós criastes;

e não mais nos apartaremos de Vós:

fazei-nos viver e invocaremos o vosso nome. Refrão

LEITURA II 1 Cor 1, 3-9

Esperamos a manifestação de Nosso Senhor Jesus Cristo

O Advento começa por ser o tempo litúrgico especialmente voltado para a última vinda do Senhor. É o tempo da expectativa, vivido na esperança, aguardando a aparição gloriosa do Senhor, que virá coroar o tempo da Igreja com a glória da sua ressurreição. É, portanto, para esta Igreja tempo de vigilância, para que o Dia do Senhor a encontre irrepreensível.

Leitura da Primeira Epístola do apóstolo S. Paulo aos Coríntios

Irmãos: A graça e a paz vos sejam dadas da parte de Deus, nosso Pai, e do Senhor Jesus Cristo. Dou graças a Deus, em todo o tempo, a vosso respeito, pela graça divina que vos foi dada em Cristo Jesus. Porque fostes enriquecidos em tudo: em toda a palavra e em todo o conhecimento; e deste modo, tornou-se firme em vós o testemunho de Cristo. De facto, já não vos falta nenhum dom da graça, a vós que esperais a manifestação de Nosso Senhor Jesus Cristo. Ele vos tornará firmes até ao fim, para que sejais irrepreensíveis no dia de Nosso Senhor Jesus Cristo. Fiel é Deus, por quem fostes chamados à comunhão com seu Filho, Jesus Cristo, Nosso Senhor.

Palavra do Senhor.

ALELUIA Salmo 84 (85), 8

Refrão: Aleluia. Repete-se

Mostrai-nos, Senhor, a vossa misericórdia

e dai-nos a vossa salvação. Refrão

EVANGELHO Mc 13, 33-37

«Vigiai, porque não sabeis quando virá o dono da casa»

A vigilância, já apontada na leitura anterior, é agora inculcada, com todo o rigor, pelo próprio Senhor Jesus. Esta vida é como longa vigília, com os seus tempos sucessivos (as quatro vigílias da noite referidas no texto) aguardando o sol nascente – Cristo – que vem do alto, como todas as manhãs recordamos na Hora de Laudes. A solenidade do Natal, a que o Advento nos conduzirá, vem, em cada ano, antecipar simbolicamente aquela vinda gloriosa do Senhor no último dia, o dia que nos introduz na “vida do mundo que há-de vir”.

Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Marcos

Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: «Acautelai-vos e vigiai, porque não sabeis quando chegará o momento. Será como um homem que partiu de viagem: ao deixar a sua casa, deu plenos poderes aos seus servos, atribuindo a cada um a sua tarefa, e mandou ao porteiro que vigiasse. Vigiai, portanto, visto que não sabeis quando virá o dono da casa: se à tarde, se à meia-noite, se ao cantar do galo, se de manhãzinha; não se dê o caso que, vindo inesperadamente, vos encontre a dormir. O que vos digo a vós, digo-o a todos: Vigiai!».

Palavra da salvação.

Diz-se o Credo.

Oração sobre as oblatas

Aceitai, Senhor, estes dons

que recebemos da vossa bondade

e fazei que os sagrados mistérios

que celebramos no tempo presente

sejam para nós penhor de redenção eterna.

Por Cristo nosso Senhor.

Prefácio I ou I-A do Advento.

Antífona da comunhão Sl 84, 13

O Senhor nos dará todos os bens

e a nossa terra produzirá o seu fruto.

Oração depois da comunhão

Fazei frutificar em nós, Senhor,

os mistérios que celebramos,

pelos quais, durante a nossa vida na terra,

nos ensinais a amar os bens do céu

e a viver para os valores eternos.

Por Cristo nosso Senhor.

Pode utilizar-se a fórmula de bênção solene.