12 01 Lc 21, 29-33 Sexta quando virdes tudo isto acontecer ficai a saber que o reino de Deus está perto 

12 01 Lc 21, 29-33 Sexta quando virdes tudo isto acontecer ficai a saber que o reino de Deus está perto 

PALAVRA DE DEUS: A LIÇÃO DA FIGUEIRA: DISCERNIR OS SINAIS - LUCAS 21,29-33  - REFLEXÃO DIÁRIA

Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Lucas
Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos a seguinte parábola: «Olhai a figueira e as outras árvores: Quando vedes que já têm rebentos, sabeis que o Verão está próximo. Assim também, quando virdes acontecer estas coisas, sabei que está próximo o reino de Deus. Em verdade vos digo: Não passará esta geração sem que tudo aconteça. Passará o céu e a terra, mas as minhas palavras não passarão».
Palavra da salvação.

REFLEXÃO

A parábola da figueira convida-nos a discernir os acontecimentos preditos por Jesus ao longo do seu discurso escatológico. Assim como os gomos da figueira ou de qualquer árvore de folha caduca anunciam a proximidade da primavera o cumprimento dos acontecimentos preditos por Jesus são sinal precursor da manifestação gloriosa do Reino com a última vinda de Cristo em poder e majestade. O cristão entenderá por si mesmo que está iminente a primavera do reino de Deus.

Jesus ao dizer O céu e a terra passarão, mas a minha palavra não passará leva o crente a uma espera vigilante, ativa, e confiante ausentes de medo e insegurança sem a ideia fixa pelo quando, o como e o onde.

Cada homem vive o fim do mundo pois está consciente da limitação e da sua própria morte mas sente a vida e a cruz gloriosa de Cristo.

Estejamos atentos diante dos singelos sinais de transformações ou de transições, precursores dos grandes acontecimentos que advirão.

As verdades divulgadas por Jesus transcendem o tempo e o espaço porquanto são de origem divina. Cumpramos os deveres que nos competem sem procrastinar, lembrando no dia a dia, a cada manhã, dessa orientação do divino Messias: “O que vos digo, digo a todos: vigiai!”

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ORAÇÃO 

Hoje, Pai, saudamos com a alegria do vosso Espírito a esplendorosa primavera do vosso Reino entre nós.

Anima-nos a viver num clima de otimismo de esperança, pois vós não quereis o temor e a angústia dos vossos filhos

Fazei-nos viver s sempre livres de pecado e protegidos de todo o perigo e tentação, enquanto aguardamos a gloriosa vinda do nosso salvador Jesus Cristo.

PARTILHA

Partilha 

Depois da leitura pessoal (ver acima) se achar bem partilhe connosco um ou mais temas:

1.1 A parábola da figueira e outras árvores.

1.2 O discernimento dos acontecimentos preditos por Jesus.

1.3 Os rebentos como sinais da proximidade do Reino de Deus.

1.4 A certeza da realização dos eventos preditos.

1.5 A perenidade das palavras de Jesus.

Agenda litúrgica

2023-12-01

Sexta-feira da semana XXXIV

Verde – Ofício da féria.
Missa à escolha (cf. p. 19, n. 18).

L 1 Dn 7, 2-14; Sl Dn 3, 75. 76. 77. 78. 79. 80. 81
Ev Lc 21, 29-33

MissaAntífona de entrada Cf. Sl 84, 9
O Senhor fala de paz ao seu povo e aos seus fiéis
e a todos os que a Ele se convertem de coração sincero.

Oração coleta
Despertai, Senhor, a vontade dos vossos fiéis,
para que, correspondendo mais generosamente
à ação da graça divina,
recebamos maiores auxílios da vossa bondade.
Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus
e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo,
por todos os séculos dos séculos.

LEITURA I (anos ímpares) Dan 7, 2-14
«Sobre as nuvens do céu,
veio alguém semelhante a um Filho do homem»

Estamos em presença de outra visão profética. Os vários animais que vão aparecendo representam, como na visão da estátua feita de vários elementos, os diversos reinos que se foram sucedendo uns aos outros. Depois deles, aparece o Filho do homem, um ser celeste que vem de junto de Deus, mas com forma humana, a quem Deus entrega o reino eterno. Jesus aplicou a Si mesmo, com frequência, esta imagem do Filho do homem. No “Credo” nós professamos que “o seu reino não terá fim”.

Leitura da Profecia de Daniel
Contemplava eu as visões da noite, quando vi os quatro ventos do céu que agitavam o grande mar e do mar subiam quatro animais monstruosos, cada um diferente dos outros. O primeiro era semelhante a um leão com asas de águia. Eu estava a olhar, quando as asas lhe foram arrancadas; ele ergueu-se da terra e ficou de pé como um homem e foi-lhe dado um coração humano. Depois apareceu um segundo animal semelhante ao urso, erguido sobre um lado, com três costelas na boca, entre os dentes. E disseram-lhe: «Levanta-te e come carne com abundância». Eu estava a olhar, quando apareceu outro animal, semelhante ao leopardo, que tinha quatro asas de pássaro nas costas; tinha também quatro cabeças e foi-lhe dado um poder soberano. A seguir, contemplava eu as visões da noite, quando apareceu um quarto animal, terrível, pavoroso e extremamente forte; tinha enormes dentes de ferro, com os quais comia, triturava e calcava aos pés o que sobrava. Era diferente de todos os animais que o tinham precedido e tinha dez chifres. Enquanto eu observava esses chifres, surgiu no meio deles outro chifre mais pequeno e três dos primeiros foram arrancados para lhe dar lugar. Nesse chifre havia olhos semelhantes aos do homem e uma boca que dizia palavras arrogantes. Estava eu a olhar, quando foram colocados tronos e um Ancião sentou-se. Tinha vestes brancas como a neve e os cabelos eram como a lã pura. O seu trono eram chamas de fogo, com rodas de lume vivo. Um rio de fogo corria, irrompendo diante dele. Milhares de milhares o serviam e miríades de miríades o assistiam. O tribunal abriu a sessão e os livros foram abertos. Eu estava a olhar, por causa das palavras arrogantes que o chifre dizia, quando vi que o animal foi morto e o seu corpo destruído e lançado às chamas ardentes. Quanto aos outros animais, foi-lhes tirado o poder, mas a vida foi-lhes prolongada até certo tempo e determinada data. Contemplava eu as visões da noite, quando, sobre as nuvens do céu, veio alguém semelhante a um Filho do homem. Dirigiu-Se para o Ancião venerável e conduziram-no à sua presença. Foi-lhe entregue o poder, a honra e a realeza, e todos os povos, nações e línguas O serviram. O seu poder é eterno, não passará jamais, e o seu reino jamais será destruído.
Palavra do Senhor.

SALMO RESPONSORIAL Dan 3, 75.76.77.78.79.80.81 (R. 59b)
Refrão: Louvai o Senhor, exaltai-O para sempre. Repete-se

Montes e colinas, bendizei o Senhor,
louvai-O e exaltai-O para sempre. Refrão

Plantas que germinam na terra, bendizei o Senhor,
louvai-O e exaltai-O para sempre. Refrão

Mares e rios, bendizei o Senhor,
louvai-O e exaltai-O para sempre. Refrão

Fontes, bendizei o Senhor,
louvai-O e exaltai-O para sempre. Refrão

Monstros e animais marinhos, bendizei o Senhor,
louvai-O e exaltai-O para sempre. Refrão
Aves do céu, bendizei o Senhor,
louvai-O e exaltai-O para sempre. Refrão

Animais e rebanhos, bendizei o Senhor,
louvai-O e exaltai-O para sempre. Refrão

ALELUIA Lc 21, 28
Refrão: Aleluia. Repete-se
Erguei-vos e levantai a cabeça,
porque a vossa libertação está próxima. Refrão

EVANGELHO Lc 21, 29-33
«Quando virdes acontecer estas coisas,
sabei que está próximo o reino de Deus»

A hora da ruína de Jerusalém será, ao mesmo tempo, a hora do começo do desenvolvimento do reino de Deus. Os sinais de destruição não podem, por isso, ser vistos só no seu aspecto de calamidade. Deus é Senhor da história, Ele humilha e exalta, Ele leva às portas da morte e de lá liberta. Este Céu e esta Terra de agora poderão passar e hão-de passar, mas o reino de Deus será o novo Céu e a nova Terra, que não passarão jamais.

Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Lucas
Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos a seguinte parábola: «Olhai a figueira e as outras árvores: Quando vedes que já têm rebentos, sabeis que o Verão está próximo. Assim também, quando virdes acontecer estas coisas, sabei que está próximo o reino de Deus. Em verdade vos digo: Não passará esta geração sem que tudo aconteça. Passará o céu e a terra, mas as minhas palavras não passarão».
Palavra da salvação.

Oração sobre as oblatas
Recebei, Senhor, estes dons sagrados,
que nos mandastes oferecer em honra do vosso nome,
e fazei que, obedecendo sempre aos vossos mandamentos,
nos tornemos, também nós,
uma oblação agradável aos vossos olhos.
Por Cristo nosso Senhor.

Antífona da comunhão Sl 116, 1-2
Louvai o Senhor, povos de toda a terra,
porque é eterna a sua misericórdia.

Ou: Cf. Mt 28, 20
Eu estou sempre convosco até ao fim dos tempos, diz o Senhor.

Oração depois da comunhão
Deus todo-poderoso,
não permitais que se separem de Vós
aqueles a quem destes a graça
de participar neste divino sacramento.
Por Cristo nosso Senhor.